O Secretário de Relações Internacionais do PCdoB, Walter Sorrentino, analisa a vitória de Joe Biden e a derrota de Donald Trump que, para o dirigente, comunista, “põe um ponto e vírgula na onda conservadora que ele cavalgou”. Mas, adverte Walter, o mundo “de regressão civilizacional, de retrocessos democráticos, e leia não vai desaparecer por passe de mágica sem Trump presidente”. Assista e leia o depoimento.
Poucas vezes na história uma eleição foi acompanhada de forma tão minuciosa pelo planeta. Uma consequência benéfica disso é que cada vez mais pessoas se dão conta de que os EUA têm muito pouco a ensinar ao mundo em termos de democracia e eleições livres. Poucas vezes também, o roteiro dos acontecimentos se apresentava tão nítido.
A virada do eleitor americano contra Donald Trump, a vitória no plebiscito por uma nova constituição no Chile e o triunfo de Luiz Arce à Presidência da Bolívia são as boas notícias do último período após um entretempo de ofensiva neoliberal, fascista e golpista sobre governos progressistas latino-americanos. Este foi o clima do debate nesta quinta (29) na live “A luta pela democracia na América: eleições na Bolívia e nos Estados Unidos e o Plebiscito do Chile”.
A Comissão Europeia apresentou na semana passada o seu Programa de Trabalho para 2021. Trata-se de um conjunto de orientações políticas para desenvolver no decorrer do próximo ano.
A Secretaria de Relações Internacionais do Partido Comunista da Espanha (PCE) divulgou, nesta quarta-feira (28), um texto onde exige a apuração das circunstâncias que proporcionaram a fuga do terrorista venezuelano Leopoldo López da embaixada espanhola em Caracas.
Em seu comentário semanal sobre geopolítica, Walter Sorrentino, Secretário de Relações Internacionais do PCdoB, aborda o significado, para o Chile e para a América Latina, da vitória popular no plebiscito chileno e os próximos desafios desta luta: “só o povo unido e mobilizado poderá assegurar as futuras vitórias”. Assista.
A pandemia faz estragos, mas o imperialismo não dá tréguas. O primeiro Diretor-Geral da Organização para a Proibição das Armas Químicas, OPAQ, foi impedido de testemunhar no Conselho de Segurança da ONU por EUA, Inglaterra e França (abrilabril.pt, 15.10.20).
Caos eleitoral, inquietação social e instituições fracas tornam os Estados Unidos muito arriscado para uma economia desenvolvida. Por Mark Y. Rosenberg*
As eleições presidenciais bolivianas do próximo domingo (18) serão decisivas para a democracia em toda a América Latina, na opinião do Secretário de Relações Internacionais do PCdoB, Walter Sorrentino, em seu comentário semanal em vídeo.
O partido da guerra que governa os Estados Unidos, apesar de bicéfalo, não poderia estar mais satisfeito com o reacender do conflito de Nagorno-Karabakh. E com ele, obviamente, a OTAN.
O tribunal de apelações do Reino Unido rejeitou nesta segunda-feira (5) a decisão de um tribunal britânico de conceder ao autoproclamado presidente Juan Guaidó o direito de dispor das reservas de ouro da Venezuela mantidas no Banco da Inglaterra.
Um relatório recente do Deutsche Bank com a sugestiva designação “A era da desordem” traça um cenário de turbulência generalizada para o mundo na década em curso.