Narrativas difundidas nos colégios militares ainda minimizam os crimes da ditadura e mantêm viva uma visão autoritária da história brasileira.
Cerimônia nesta terça-feira (31) marcou a entrega de 13 certidões de óbito corrigidas de vítimas do regime militar que nasceram ou foram mortas na Bahia
Local identificado por pesquisadores da Unifesp fica na sede do DOI-Codi, em São Paulo. Militares tentaram fazer crer que morte sob tortura, em 1975, teria sido suicídio
“A tática é a de sempre: acusar o “inimigo” de tudo que possa lhe desqualificar ou criar dificuldades em ambientes conservadores.”
Ato em ao menos nove capitais defende punições exemplares aos golpistas; pesquisa mostra que 51% dos brasileiros rejeitam perdão a envolvidos nos ataques à democracia.
Manifestação também acontece na véspera da data em que o golpe militar de 1964 completa 61 anos
Marchas silenciosas, escrachos e solenidades continuam durante o mês de abril em muitas localidades. Nas redes, parlamentares expressam repúdio ao golpe
Datafolha apontou, ainda, que para 55%, Jair Bolsonaro tentou dar um golpe após derrota para presidente Luiz Inácio Lula da Silva, contra 39% que pensam o contrário
Filho do presidente deposto relembra o dia 1º de abril daquele ano e defende que ações de memória devem ser mantidas
Reportagem lembra como Ipes e Ibad buscaram criar consenso para derrubar o presidente da República, João Goulart, e instaurar a ditadura militar de 1964
“Hoje, como se deu no golpe de 1964, a ameaça à democracia no Brasil integra um fenômeno mundial”, aponta o PCdoB
O Golpe tem raízes profundas na história brasileira, pela sua configuração de renda e riqueza ultra concentradas nas mãos de minúscula, mas poderosa classe dominante