Presidente vem tentando se descolar de iniciativa que, em três anos, destinou R$ 65 bi para esse tipo de verba de uso sigiloso, beneficiando majoritariamente o Centrão
Parlamentares protestam nas redes sociais contra a MPV 1.135/2022, que permite ao governo federal adiar os repasses de recursos à área duramente atingida pela Covid-19.
Após análise, USP, Unicamp e UFPE atestaram a resistência do equipamento e do sistema a invasões e a integridade dos códigos-fonte, o que assegura o sigilo dos votos.
Além de ter deixado de investir, o governo Bolsonaro elaborou uma proposta de privatização que foi criticada pela própria PGFN, ligada ao Ministério da Economia.
Reserva de R$ 10,5 bilhões representaria um reajuste salarial de apenas 3,5%. Ao longo do mandato de Bolsonaro, a inflação acumulada foi de 27,4%, conforme o INPC
Somente nessas duas áreas, prejuízos ficam em torno de R$ 18 bilhões apenas entre julho e dezembro. Estados buscam derrubar veto de Bolsonaro à compensação das perdas
A cobertura vacinal contra a poliomielite no Brasil caiu para 69,47% em crianças com até um ano. Opas incluiu o país na lista de alto risco de reintrodução da doença
Esquema na Codevasf baseado na farra das emendas parlamentares do orçamento secreto conta até mesmo com cardápio dos bens e obras oferecidos a deputados e senadores.
Governo deixa de lado ações importantes para esses públicos, causando ainda mais impactos negativos para uma população que já sofre com a pandemia, a fome e a miséria
Levantamento do PoderData mostra que 47% da população considera a presença das Forças Armadas no governo e na política como “ruim para o Brasil”.
No limite da legislação eleitoral, foram liberados R$ 6,6 bilhões em emendas do relator, pelas quais não se identifica o deputado ou senador que fez a indicação
Para 54% das mulheres, gestão do presidente é “ruim” ou “péssima”; governo se sai melhor entre homens de 25 a 44 anos.