Trabalhadores de várias categorias profissionais na Grécia começaram nesta quarta (19) uma greve geral de 48 horas. Os primeiros a aderir à paralisação foram os jornalistas. O protesto é uma reação aos novos cortes de gastos para combater o endividamento do país. Já nesta manhã, cerca de 125 mil pessoas manifestaram-se em Atenas, Salónica, Heraklion e Patras, contra novo conjunto de medidas, que incluem demissões e aumento de impostos.
Os jornalistas gregos anunciaram nesta terça-feira (18) que vão aderir à greve geral marcada para amanhã. Sindicatos de várias categorias convocaram para esta quarta (19) uma greve geral de 48 horas. O protesto é uma reação ao pacote de austeridade elaborado pelo governo como resposta à crise econômica que o país enfrenta. As medidas incluem cortes no funcionalismo público, aumento de impostos e tarifas públicas.
O transporte público de Atenas está paralisado devido a uma greve de 48 horas iniciada nesta quinta-feira (12) em protesto pelas demissões e reduções de salários no setor.
Centenas de servidores públicos bloquearam nesta quarta-feira (12) o acesso a diversos ministérios gregos em protesto contra uma nova lei que corta 30 mil vagas no funcionalismo estatal até o fim de 2011 e reduz salários e previdência.
A capital da Grécia permanece nesta segunda (10) como epicentro dos protestos de trabalhadores do setor público que rechaçam as impopulares medidas de cortes trabalhistas, impostas pelo governo como garantia para créditos externos. Uma nova greve de 24 horas no setor de transportes imobiliza Atenas, na mais recente de uma série de paralisações dos trabalhadores.
Choques entre manifestantes e policiais no centro de Atenas marcaram o início da greve geral de 24 horas do país na terça-feira (4), em protesto contra medidas de austeridade anunciadas pelo governo.
A Grécia vive nesta quarta-feira uma nova greve geral de 24 horas. Está prevista a paralisação de todos os serviços públicos, os voos e o transporte ferroviário, assim como a atividade econômica nas empresas privadas, o ensino, a saúde e os bancos.
A Grécia vive nesta quarta-feira uma nova greve geral de 24 horas. Está prevista a paralisação de todos os serviços públicos, os voos e o transporte ferroviário, assim como a atividade econômica nas empresas privadas, o ensino, a saúde e os bancos.
A Grécia vive nesta quarta-feira uma nova greve geral de 24 horas. Está prevista a paralisação de todos os serviços públicos, os voos e o transporte ferroviário, assim como a atividade econômica nas empresas privadas, o ensino, a saúde e os bancos.
Centenas de funcionários públicos ocuparam diversos ministérios em Atenas nesta terça-feira (4), em protesto contra os planos do governo de suprimir até 2015 entre 150 mil e 200 mil empregos públicos, com a desculpa de reduzir o déficit das contas estatais.
Com uma economia em queda acentuada e uma recessão cada vez mais profunda, o governo grego anunciou o que há muito era esperado. O país não vai conseguir cumprir as metas de déficit orçamentário de 2011 e de 2012 fixadas no plano de resgate da União Europeia e do FMI. O governo anunciou também mais uma impopular medida de austeridade. Num país onde dados oficiais apontam um desemprego acima dos 16%, serão demitidos 30 mil funcionários públicos.
O primeiro-ministro grego, Georges Papandreou, convocou para hoje (1º) uma reunião extraordinária do Conselho de Ministros para aprovar a redução de 30% do número de funcionários públicos e o Orçamento para 2012, com corte nas despesas do Estado grego. A reunião começou às 15h (horário local) e é considerada crucial pelos meios de comunicação, pois são esperadas decisões sobre as medidas de ajustamento.