O programa Rio sem Homofobia vai lançar o primeiro relatório com dados oficiais da violência motivada por homofobia. A expectativa é que a primeira análise dos dados seja apresentada no fim deste ano. De acordo com o coordenador do programa, Cláudio Nascimento, desde 2009 o estado registra o motivo presumido de homofobia nos boletins de ocorrência.
Apesar do reconhecimento da homossexualidade como mais uma manifestação da diversidade sexual, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBTs) ainda sofrem cotidianamente as consequências da homofobia. Atualmente a sigla mais completa em uso pelos movimentos homossexuais é LGBTTIS, que significa: Lésbicas, Gays, Bissexuais, Transgêneros, Transexuais, Intersexuais e Simpatizantes, sendo que o “S” de simpatizantes.
Após receber medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Toronto, a nadadora Joanna Maranhão disse que não pretende mudar seu posicionamento quando o assunto é o cenário político do Brasil. “Não vou deixar de falar de política nunca, é minha parte. E não é porque minha opinião não é a da maioria que vou deixar de falar”, afirmou.
A Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (CEDS) da prefeitura do Rio de Janeiro lançou na última terça-feira (1º) à noite, no Circo Voador, no centro da cidade, a campanha "CEDS: sua voz na luta contra a homofobia”, dentro do Programa Rio Sem Preconceito.
A Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual (Ceds) da prefeitura do Rio de Janeiro lançou na noite desta quarta-feira (1º), no Circo Voador, no centro da cidade, a campanha "Ceds: sua voz na luta contra a homofobia”, dentro do Programa Rio Sem Preconceito.
"Viado tem que morrer", "vai ter homofobia sim" e "viado vai morrer: bala ou aids" são algumas das ameaças escritas nas paredes da Universidade Federal do ABC (UFABC) de São Bernardo, que surgiram na última semana e estão aterrorizando os alunos. De acordo com estudantes que não quiseram se identificar, a reação pode ser motivada pela rearticulação do grupo Prisma, uma comunidade acadêmica voltada à promoção da diversidade.
Os temas debatidos recentemente na Câmara dos Deputados já não surpreendem. Porém, nesta quarta-feira (24), um debate no mínimo inusitado foi discutido no Legislativo brasileiro. A polêmica na Comissão de Direitos Humanos da Casa referia-se a existência ou não de “ex-gays”. Para uma plateia formada, pela maioria, por parlamentares evangélicos, grande parte dos depoentes atribuíram a existência da homossexualidade por abusos na infância e a mudança de suas sexualidades a deus e à igreja.
Para o vereador Carlos Bolsonaro (PP) – filho do deputado federal Jair Bolsonaro (PP) , movimentos feministas e ligados ao público LGBT não podem participar do Conselho Municipal da Mulher do Rio de Janeiro (CODIM-RIO). Ele apresentou, na última terça-feira (23), uma emenda que pede a modificação do projeto de lei que cria o Conselho.
Depois de 87 anos "guardada a sete chaves", a carta escrita por Mário de Andrade para Manuel Bandeira em 7 abril de 1928, supostamente por esconder uma declaração homossexual de Mário de Andrade, foi disponibilizada ao público nesta sexta-feira (18). Uma carta delicada e elegante com mais de quatro páginas, datilografada, trocada entre dois amigos de letras, com confidências, um pouco de intriga e comentários profissionais. A carta era mantida sob sigilo, a pedido da família de Mário de Andrade.
Devido à repercussão que teve a performance de uma transexual durante a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo – realizada no último domingo (7) – que desfilou “crucificada”, em alusão à figura de Jesus, a UJS lançou uma nota de repúdio à homofobia expressada de forma virulenta pelas redes nos dias seguintes ao evento.
Uma campanha publicitária da rede de lojas O Boticário para o Dia dos Namorados causa enorme repercussão nas redes sociais há dez dias e ganha espaço nos principais jornais do país na quarta-feira (3). O filme “Casais” já teve mais de 1,15 milhão de visualizações no canal Youtube e gerou mais de 40 mil citações espontâneas no Twitter, o que significa que a mensagem ganhou vida própria e passou a transcender o conteúdo publicitário original.
Por Luciano Martins Costa, no Observatória da Imprensa
Há 25 anos, no dia 17 de maio, as Nações Unidas (ONU) retiravam a homossexualidade do Código Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (OMS). Considerada histórica, a data passou a marcar as celebrações do Dia Internacional de Combate à Homofobia, inclusive no Brasil.