Um HORROR! Poderia ser eu! Poderia ser Bruno! Poderia ser Markos! Poderia ser Evelyn! Poderia ser Fabiano! Poderia Lis! Poderia ser Léo! Poderia ser Rodrigo! Poderia ser Alessandra! Poderia ser Edy! Poderia ser Nicole! Poderia ser qualquer um de nós!
Por Jean Wyllys*, no Facebook
O 1° Seminário de Combate à Homofobia e Transfobia de Rio Claro teve como objetivo formar e sensibilizar os servidores municipais e outros profissionais sobre Diversidade Sexual. Ele foi realizado pela Prefeitura Municipal através da Secretaria de Saúde em parceria com a Secretaria de Assistência Social e a Diretoria de Políticas.
No dia em que o mundo celebra o Dia Internacional de Luta e Combate à Homofobia, Lesbofobia e Transfobia, nesta terça-feira – 17 de maio, o deputado Daniel Almeida (PCdoB-BA), fez um discurso na Câmara para alertar o parlamento brasileiro sobre o título ostentado pelo país de “campeão mundial de homicídios homofóbicos”. Segundo ele, isso ocorre pela homofobia, reforçada pela impunidade dos criminosos.
Referência no movimento em defesa da diversidade sexual, o militante comunista foi convidado pelo Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS) a ministrar palestra durante a Primeira Semana de Visibilidade LGBT. O objetivo do evento foi abordar situações de preconceito a partir de discussões entre usuários e profissionais.
O Disque 100 recebeu mais de 324 mil denúncias de violações de direitos humanos em 2015. O preconceito por orientação sexual é um dos dados que mais chamou atenção. Aumentou 94% em comparação ao último relatório. A discriminação contra a população LGBT ocorreu em grande parte na internet, em redes sociais.
Presidente da União Nacional LGBT (UNALGBT), Andrey Lemos foi entrevistado pelo portal Sul21 durante a participação dele no Fórum Social Mundial Temático, que se encerrou neste sábado (23) em Porto Alegre. Andrey falou da onda conservadora que se instalou no Congresso Nacional e afirmou que os “problemas não são setorizados” e que” sem a emancipação da sociedade não teremos igualdade de direitos”.
O diretor da organização não governamental Grupo Dignidade (lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais), Toni Reis, parabenizou a revista Nova Escola, que publicou um vídeo, no início da semana, desmentindo outro vídeo, homofóbico, publicado no Facebook do deputado federal Jair Bolsonaro. Segundo Toni, as informações do vídeo do deputado do PP do Rio de Janeiro prestaram “um desserviço à cidadania e aos direitos humanos”.
A Fifa anunciou nesta quarta-feira (13) que multou as seleções do Chile, Argentina, Peru, México e Uruguai por causa de canções homofóbicas entoadas por suas torcidas em jogos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo da Rússia. A punição para Argentina e Chile são relativas a jogos contra a seleção brasileira.
O Brasil é o país que mais mata travestis e transexuais no mundo. Entre janeiro de 2008 e março de 2014, foram registradas 604 mortes no país, segundo pesquisa da organização não governamental (ONG) Transgender Europe (TGEU), rede europeia de organizações que apoiam os direitos da população transgênero.
No próximo dia 16, o movimento LGBT ganha força. Será lançada em São Paulo a UNA-LGBT (União Nacional LGBT), entidade da sociedade civil que se propõe a defender os direitos de homens e mulheres com diferentes orientações sexuais e identidades de gênero e a combater todas as formas de discriminação. Além de empunhar tradicionais bandeiras do movimento, o grupo tem como diferencial seu compromisso com a luta política, com marcado viés progressista.
Dia desses, falei para uma turma com cerca de 120 estudantes que não toleraria nenhum tipo de piada de cunho homofóbico no ambiente. No momento, creio, pareci um pouco “seco” ou “duro”, mas era preciso não dar margem à dupla interpretação: era “não tolero” mesmo.
Por Luiz Henrique Dias*, para o Vermelho
Dia desses, falei para uma turma com cerca de 120 estudantes que não toleraria nenhum tipo de piada de cunho homofóbico no ambiente. No momento, creio, pareci um pouco “seco” ou “duro”, mas era preciso não dar margem à dupla interpretação: era “não tolero” mesmo.
Por Luiz Henrique Dias*, para o Vermelho