Mesmo com dados completos ainda não disponibilizados ao público, eficácia da vacina anunciada pelo Instituto Butantan deixa pesquisadores envolvidos otimistas. Vacina preveniu 100% dos óbitos e casos graves e 78% dos casos que precisariam de assistência médica
Pasta anunciou que Brasil terá até 354 milhões de doses em 2021. Butantan e Dória confirmam contrato desautorizado por Bolsonaro em outubro.
Estudo realizado com vacina produzida em parceria com laboratório chinês não apresentou nenhum caso grave ou moderado. Segundo o governo, os infectados do grupo vacinado reportaram apenas sintomas leves
Vacina produzida pela empresa chinesa Sinovac, que possui parceria com Instituto Butantan, apresenta bons resultados no teste de fase 3 na Turquia
Para o infectologista Marcos Boulos, pandemia só acaba com ampla imunização. “Vamos ter que usar essa máscara até o fim do ano que vem”.
Dimas Covas, do Instituto Butantan, mostrou o estágio avançado de segurança da Coronavac e a disputa pelos estados brasileiros que não dispõem de recursos para comprá-la.
Segundo Dimas Covas, “a epidemia nunca diminuiu. Desde o começo, só vem aumentando”
Anvisa disse ter recebido novas informações do Butantan ontem. Segundo Dimas Covas, diretor do instituto, evento foi reportado em detalhes no dia 6 de novembro.
Decisão da Anvisa na terça colocou o órgão em um choque de versões com o Butantan, na polêmica envolvendo a paralisação dos testes da CoronaVac
Decisão, do ministro Ricardo Lewandowski, considera “relevante interesse público” do tema e direito constitucional à saúde.
Dimas Covas, diretor do instituto, disse que em setembro pediu excepcionalidade na compra, mas Anvisa quer discutir assunto em novembro.
Ainda não se verificou se ela foi capaz de impedir a contaminação no grupo vacinado. De acordo com Esper Kallás, no momento, o dado mais importante sobre a vacina – a ser aplicada em duas doses, num período de 15 dias – é perceber se está sendo bem tolerada