Agenda financiada com dinheiro público foi sequestrada pela campanha à reeleição, com discurso de pânico moral.
Equipamento passará apenas a ser recomendado nos voos. Média diária de mortes por covid é de 175, e varíola também pode ser espalhada por gotículas de saliva.
Presidente revela o Brasil paralelo em que vive, onde não há fome, nem desemprego, e ele fez tudo que era necessário para ajudar na crise sanitária.
A decretação do fim da Emergência Sanitária da covid-19 é uma decisão política, sem base científica, na linha da falsa dicotomia entre saúde pública e economia. Afinal, 2022 é ano eleitoral.
Nenhum país pode rebaixar a classificação da Covid-19 e determinar a mudança de status de pandemia para endemia, seja por meio de decretos, atos normativos ou portarias. O Brasil não está numa redoma, isolado do resto do mundo.
Especialistas em saúde pública criticam “inconsequência” e falta de base científica para a postura do Ministério da Saúde em relação ao atual cenário da pandemia. Todos acusam “medida eleitoreira”.
Estudo mostra que risco de mortes foi 44% maior em cidades que, mesmo mais desenvolvidas, estiveram mais alinhadas ao pensamento negacionista de Bolsonaro
O interesse do governo nessa matéria é eliminar todas as restrições sanitárias, podendo, inclusive, reduzir gastos com a o sistema de saúde dedicado à covid.
Motivações ideológicas e políticas conjunturais sempre estiveram na base da resistência à vacinação. As greves de caminhoneiros apropriadas pela extrema direita política revelam isso.
O podcaster de extrema direita, vendido por milhões a uma plataforma, coloca em questão as responsabilidades desse formato e o futuro dessa mídia.
Estamos assistindo ao aumento no número de internações e óbitos de crianças não vacinadas no país inteiro, causado pela variante Ômicron. A demora na compra das vacinas pediátricas e para iniciar a imunização de nossas crianças certamente ajudou a agravar a situação.
Desigualdade na distribuição de vacinas e fake news afetam resposta à Covid-19