A cientista política Ana Prestes analisa os principais fatos da conjuntura internacional com destaque para a advertência da ONU ao Brasil em razão da manutenção da austeridade fiscal no período de pandemia.
Segundo o levantamento da Ipsos Mori, 66% dos britânicos consideraram “muito lenta” a imposição de medidas restritivas para reduzir a curva de contaminação.
Veja uma linha do tempo, desde o início da epidemia, que relaciona o avanço de óbitos com medidas governamentais e declarações chocantes de Trump e Bolsonaro
Presos queimaram colchões e fizeram cartazes com pedidos por liberdade, com medo de contrair a doença.
Contaminação de empregado pode ser considerada doença ocupacional
Entre a irresponsabilidade das elites e a total fragmentação da sociedade civil, a Covid-19 como um interruptor está mostrando como o rei – o projeto sistêmico – está nu.
O ministro da Economia sinalizou continuação de agenda de corte de gastos e encolhimento do Estado.
Na terça, Brasil ultrapassou a China em mortes pela covid-19 e já é o 9º país em total de óbitos no mundo, além de ser o 3º em número de mortes por dia
“Tanto faz para Bolsonaro quantas pessoas morrem por dia no país, ele mancha suas mãos com o sangue dessas pessoas”, disse Randolfe Rodrigues (Rede-AP)
Desde que assumiu a pasta, número de mortos mais que dobrou no período. É como se 15 Boeings 737, cheios de gente, tivessem caído Brasil afora nesses dias
Em documento, relatores das Nações Unidas criticam governo brasileiro por colocar a economia acima das vidas e pedem suspensão do teto de gastos.
Especialistas afirmam que, em meio à crise sanitária, Embraer pode se tornar polo estratégico de tecnologia, atuando na fabricação de respiradores e em outras frentes. Boeing desistiu de comprar fabricante brasileira de aviões.