O deputado paraguaio da Frente Guasu, Ricardo Canese critica a relação bilateral entre blocos econômicos, principalmente entre o Mercosul e União Europeia. Segundo ele, a América Latina não tem o que ganhar em uma negociação assim com a Europa. Em entrevista exclusiva ao Portal Vermelho, realizada durante o Seminário Mercosul, Integração, Soberania e Desenvolvimento ele fala sobre esta e outras questões relacionadas ao Mercosul e as perspectivas do bloco.
Por Mariana Serafini, do Portal Vermelho
O chanceler da Venezuela, Elias Jaua, agradeceu a aprovação pelo Senado paraguaio do Protocolo de Adesão da Venezuela ao Mercado Comum do Sul (Mercosul). O documento foi enviado para o Senado pelo presidente do país, Horacio Cartes, que o assinou na semana passada.
Nesta terça-feira (10), Dia Internacional dos Direitos Humanos, movimentos sociais paraguaios se manifestam e denunciam série de violações aos direitos humanos que vem acontecendo nos últimos tempos no país. A concentração será na Praça Itália e marcha até o Panteón de Los Héroes, em Assunção.
Mariana Serafini, para o Portal Vermelho
O Presidente do Paraguai, Horacio Cartes, anunciou nesta quinta-feira (5) que viajará nesta sexta (6) a La Paz para reunir-se com seu homólogo, Evo Morales. O encontro marcará o restabelecimento das relações entre os países.
O presidente do Paraguai, Horacio Cartes, assinou nesta quinta-feira (5) o protocolo de adesão da Venezuela ao Mercosul e aguarda agora a aprovação do Congresso, como informou o chanceler Eladio Loizaga em entrevista coletiva. De acordo com o jornal ABC Color, há um grande empenho dos governos de Brasil e Argentina para que a situação seja normalizada e o Paraguai volte ao Mercosul.
"As medidas de bancos estadunidenses contra os interesses de Cuba atentam contra o sistema financeiro e político internacional", disse Najib Amado, secretário geral do Partido Comunista Paraguaio. O dirigente comunista referiu-se assim à negativa dos bancos dos Estados Unidos em realizar operações normais ao consulado cubano e à agência Prensa Latina.
Violentos enfrentamentos foram registrados na madrugada da última terça-feira (3) no sul de Assunção, capital do Paraguai. Segundo informações publicadas pela agência Prensa Latina, a tensão é resultado da repressão aos manifestantes que protestam, entre outras coisas, contra a decisão governamental de suprimir o regime de impostos sobre a entrada de mercadorias da Argentina e do Brasil.
Nos últimos dias o povo paraguaio saiu às ruas para protestar contra a corrupção e isso virou notícia no mundo todo: “Primavera paraguaia”, “indignados” e “o gigante acordou” foram adjetivos usados pela imprensa. Mas por que os que vão às ruas agora não o fizeram quando foi desferido o golpe contra o ex-presidente Fernando Lugo? Para Ricardo Canese, a resposta está na incerteza política daquele momento e no grande descontentamento que Cartes tem gerado.
Por Vanessa Silva, do Portal Vermelho
Várias cidades paraguaias permanecem sem eletricidade e recuperam-se das inundações. A capital Assunção e outros departamentos do país devido às fortes chuvas que assolam o país.
As eleições realizadas em abril no Paraguai, após o golpe parlamentar que destituiu o presidente constitucionalmente eleito, Fernando Lugo, não trouxe mais democracia ao país. Ao invés de liberdade, direitos e conquistas sociais, o que se vê após os primeiros cem dias de governo de Horácio Cartes é o contrário: centralização do poder, militarização, e mais, muito mais neoliberalismo.
Por Vanessa Silva, do Portal Vermelho
A Missão de Observação Internacional que visitou quatro departamentos (estados) paraguaios com o objetivo de verificar a situação dos direitos humanos de camponeses e indígenas constatou o cometimento de graves violações, principalmente por parte do Estado.
Uma Missão de Observação Internacional de Direitos Humanos está no Paraguai para apurar supostas violações de direitos cometidas pelas forças estatais nas localidades onde há mais denúncias. Comunicado da Coordenação Nacional de Organizações de Mulheres Trabalhadoras Rurais e Indígenas (Conamuri) informa que os observadores já estão na comunidade indígena Sawhoyamaxa e em Concepción. Esta última encontra-se sob controle militar a mando do Poder Executivo.