A esquerda bem informada
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Brasil depende cada vez mais da China para ter superávit comercial

Chineses importaram US$ 4,5 bilhões apenas em julho

FMI prevê tombo de 9,1% da economia brasileira em 2020

Em relatório, instituição diz que retomada econômica é incerta em todo o mundo, devido à falta de solução médica para a crise de saúde. Defende, ainda, auxílio financeiro para população e empresas afetadas.

Novo surto do coronavírus pode derrubar PIB do Brasil em até 9,1%

OCDE vê 50% de chances de que vírus leve a retomada do isolamento em vários países

Economia em estado agonizante é agravada pelo coronavírus

A pandemia do coronavírus, além de uma mortandade jamais vista, provocou uma parada brusca e simultânea na economia mundial, o que resultou em um choque na oferta e procura de bens e serviços, interrompendo importantes fluxos nas cadeias produtivas e entre as nações. Um estrago letal na atividade econômica, queda nos PIBs e desemprego em massa.

Mercado financeiro prevê queda de 6,25% no PIB

Além da pandemia do novo coronavírus, o cenário de instabilidade política, com um governo que é uma fábrica de crises institucionais, e a falta de um plano de ação para a retomada econômica, torna difícil saber como e quando haverá recuperação.

Monitor do PIB da FGV indica tombo de 5,3% da economia em março

Queda foi em comparação com mês anterior. A atividade econômica também recuou 1% no primeiro trimestre em relação ao quarto trimestre de 2019.

SP: 73% da perda do PIB se deve à pandemia, não à quarentena

Estado de São Paulo está em quarentena desde o dia 24 de março, mas queda econômica ocorreria mesmo sem quarentena

CPFs, de carne e osso, precisam de proteção social

As previsões sobre os impactos sociais da pandemia no Brasil só pioram. A doença vai cada vez mais dizimando os mais pobres, ampliando o fosso das desigualdades raciais, de gênero e de renda

Economia pós-pandemia exige desenvolvimento sem a ‘seita’ financeira

Para economista, é “insano” imaginar que o setor privado puxará a recuperação

Brasil precisa aumentar emissão de moeda e dívida pública

As políticas a serem adotadas implicam um custo da ordem de R$ 700 bilhões (10% do PIB) ao ano. Enfrentar a crise exige romper paradigmas, o que, junto com uma boa gestão, será determinante para amenizar os seus efeitos.

Macroeconomia da crise: as ideias e os fatos na política brasileira

A rigidez das reformas aprovadas nos últimos anos dificulta ao país retomar políticas pró-ativas exigidas pela crise da Covid-19. É como se o governo federal relutasse em assumir o papel de ‘maestro da orquestra’ na retomada da economia.

Com recessão à porta, governo não tem plano para a economia

Paralisado, governo se perde em disputa política. Sem as medidas necessárias, impactos da pandemia na economia e na vida da população serão piores.

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