A reunião do Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp) com o Fórum das Seis – que reúne representantes das entidades de servidores, professores e estudantes – terminou sem acordo nesta quinta-feira (07).
Professores de escolas públicas ganham, em média, 74,8% do que ganham profissionais assalariados de outras áreas, ou seja, cerca de 25% a menos, de acordo com o relatório do 2º Ciclo de Monitoramento das Metas do Plano Nacional de Educação (PNE). Divulgado nesta quinta-feira (07) pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o relatório mostra que essa porcentagem subiu desde 2002 quando era 65,2%.
Nesta quinta-feira (07), o Fórum das Seis, que abarca as entidades representativas de docentes e funcionários das universidades paulistas, e o Cruesp (Conselho de Reitores das Universidades Estaduais de São Paulo), se reúnem para discutir o reajuste salarial dos professores das universidades públicas paulistas.
Chico Lopes (PCdoB-CE) estará à frente de parlamentares em defesa do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid).
Por Christiane Peres
Nesta quarta-feira (29) os professores da educação básica da rede particular de São Paulo voltaram a paralisar as atividades em defesa de direitos trabalhistas que podem ser retirados pelos proprietários dos estabelecimentos. A Convenção Coletiva com direitos consolidados há pelo menos 20 anos, como o recesso escolar de 30 dias, está sofrendo ataque dos empregadores desde a entrada em vigor da reforma trabalhista de Michel Temer.
Com a presença de professores de 113 escolas do ensino básico da rede particular de São Paulo foi aprovada nova paralisação para a terça-feira (29) na capital paulista. O movimento denuncia o ataque promovido pelo Sindicato que representa as escolas particulares, que pretende acabar com direitos conquistados há 20 anos e que fazem parte da Convenção Coletiva do Trabalho. A greve não foi descartada.
Por Railídia Carvalho
Os ataques à educação vão além dos cortes de investimentos na área. Agora, a reforma trabalhista afeta os direitos dos docentes das redes particulares de ensino e diante dessa ofensiva, os professores vão paralisar suas atividades nesta quarta-feira (23) para uma assembleia que poderá definir uma nova greve.
Cinco aspectos políticos e econômicos que ameaçam os professores
Em greve desde do dia 25 de abril, os professores da rede privada de Belo Horizonte (MG) voltam a paralisar escolas e universidades em luta salarial e contrária a mudanças no contrato promovidas pela Reforma Trabalhista.
A diretoria do Sindicato dos Docentes das Universidades Federais do Ceará (Adufc-Sindicato) esteve reunida, na última semana, com o reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Henry Campos, para debater sobre a defesa da educação pública, os direitos e autonomia dos docentes.
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) Minas repudia veementemente a ação violenta da Polícia Militar contra professores, crianças e famílias na tarde desta segunda-feira (23), em frente à prefeitura de Belo Horizonte.
Além de professoras, faxineiras, cantineiras, secretárias e outra carreiras aderiram ao movimento.