O lançamento de “Repressão e Direito à Resistência – Os Comunistas na luta contra a ditadura (1964/1985)” foi realizado na noite desta segunda-feira (21/10), na Assembleia Legislativa. A publicação reúne depoimentos de militantes da Ação Popular (AP) e do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) e é resultado do convênio entre a Comissão da Anistia do Ministério da Justiça e a Fundação Mauricio Grabois.
Na última sexta-feira (2) foi comemorado em todos os continentes o Dia Mundial de Al Quds (Jerusalém), com manifestações de rua e atos políticos em diferentes cidades. No Brasil, teve lugar uma solenidade em São Paulo, na Mesquita do Brás, organizada pela Associação Beneficente Muçulmana do Brasil.
Lançado na tarde desta sexta-feira (5), no auditório do Sindicato dos Jornalistas do Estado de São Paulo, o livro Repressão e Direito à Resistência – Os comunistas na luta contra a ditadura (1964-1985), produto do projeto Marcas da Memória, da Comissão de Anistia do Ministério da Justiça.
O livro recém lançado em São Paulo, Repressão e Direito a Resistência: Os Comunistas na luta contra a ditadura (1964-1985) traz o relato de militantes do PCdoB e da Ação Popular na luta contra a ditadura. Prosa Poesia & Arte publica, aqui, o texto de abertura desse documento de leitura fundamental.
Por Adalberto Monteiro e Augusto César Buonicore (*)
"Camponeses do Araguaia – A Guerrilha Vista Por Dentro" será exibido na TV Brasil no próximo sábado,(1º/6) às 22h30 no programa Cine Nacional. Depoimentos e imagens de arquivo recontam a resistência armada.
Um movimento para se opor às prisões, torturas e assassinatos, foi assim que nasceu a resistência da Guerrilha do Araguaia, movimento do início da década de 1970, que para enfrentou, com sangue, a ditadura militar. Cpmo resposta, os militares fizeram mais de uma campanha para sufocar o movimento.
Nesta sexta-feira (12) completam-se 41 anos do início dos combates entre a repressão e a Guerrilha do Araguaia. O Exército tomou de assalto a região do baixo Araguaia, fazendo de Marabá e Xambioá suas cidades-quartéis. A "ocupação" da área tinha um único objetivo: aniquilar o incipiente movimento de resistência que vinha sendo construído na região por militantes do Partido Comunista do Brasil (PCdoB).
Joanne Mota da Rádio Vermelho em São Paulo
Chega de Florença, a terra da Renascença, a notícia que consterna: padre Renzo morreu. As redes sociais se enchem de mensagens comovidas. Ex-presos políticos do Brasil dão-se conta de que ficaram órfãos. Os movimentos organizados proclamam profundo pesar. Paróquias periféricas de Salvador ficam de luto. Autoridades manifestam-se solidárias com o povo desolado. Uma filha tenta me comunicar o fato por telefone, e cai em pranto. A tristeza é geral.
Por Haroldo Lima*
Em mais uma edição do programa Ponto de Vista, da Rádio Vermelho, José Reinaldo Carvalho, editor do Vermelho, fala sobre a organização dos movimentos de esquerda na América Latina e no mundo e sobre os desafios em torno de questões candentes da conjuntura atual e as perspectivas para 2013.
Nesta sexta-feira (22), a Frente Democrática para a Libertação da Palestina (FDLP) comemorou seu quadragésimo quarto aniversário e fez menção, em comunicado, ao “despertar patriótico.” A luta pela libertação da Palestina contra a ocupação promovida pelos sucessivos governos sionistas de Israel foi lembrada e fortalecida.
Nos últimos anos foi fácil observar opiniões pessimistas em relação ao papel dos movimentos sociais na luta política. Em depoimento à Rádio Agência NP, Roberta Traspadini, professora da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), discorre sobre a questão e destaca que, mais do que, nunca os movimentos sociais fazem a diferença.
Joanne Mota, da Rádio Vermelho com informações da Rádio Agência NP
O Governo da França rendeu nesta segunda-feira (16) honras militares a Raymond Aubrac, herói da resistência contra a ocupação nazista, falecido na semana passada aos 97 anos.