A seções baianas da Cebrapaz (Centro Brasileiro de Solidariedade e Luta pela Paz) e da Associação Cultural José Martí (ACJM) promovem, na próxima sexta-feira (26/08), em Salvador, um encontro político-cultural. Na ocasião, também será comemorado o aniversário de Fidel Castro, líder da Revolução Cubana, que completou 90 anos no último dia 13 deste mês.
A luta das mulheres cubanas já é registrada desde a luta pela independência do país. No século 19, ainda sob domínio espanhol, inicia-se em Cuba um movimento independentista, que lutava contra a escravidão e a colonização. Nascida em Santiago de Cuba, em 1815, Mariana Grajales Cuello foi uma das primeiras mulheres que lutou pela liberdade de seu país, teve treze filhos e foi com a maioria deles embora de sua cidade para juntar-se à luta.
O dia 26 de julho, conhecido como “Dia da Rebeldia Nacional”, é uma importante data nacional em Cuba. Foi neste dia, no ano de 1953, que Fidel Castro (então com 27 anos incompletos) liderou outros jovens no ataque aos quartéis de Moncada e Carlos Manuel de Céspedes, fortalezas do regime despótico de Fulgêncio Batista.
Nesta quinta-feira (13) em que se comemoram os 89 anos de nascimento de um dos maiores revolucionários da história, Fidel Castro, o jornalista e escritor pernambucano Urariano Mota faz um especial em sua coluna Prosa, Poesia e Política em homenagem ao comandante cubano.
A icônica figura de Che Guevara foi retirada de uma fotografia de Alberto Korda – possivelmente o mais conhecido fotógrafo da Revolução Cubana. Korda morreu em 2001 em Paris e foi fotógrafo por anos do diário cubano Revolución, também acompanhou Fidel Castro em inúmeras viagens e foi membro fundador do Departamento de Fotografia da União de Escritores e Artistas de Cuba (Uneac). Antes de se mudar definitivamente para a França, foi diretor da revista fotográfica Opina.
Por Clarissa Pont*, na RBA
Entre todas as revoluções populares da América Latina, a de Cuba vitoriosa no dia 1º de janeiro de 1959, conseguiu fazer fracassar a estratégia de dominação dos Estados Unidos, mesmo sendo cruelmente sabotada, bloqueada e embargada prejudicando seu desenvolvimento e levando muitos sacrifícios ao povo. Nesta quinta-feira (1º /1), os cubanos celebram o 56º aniversário do Triunfo da Revolução, mas têm um motivo a mais para comemorar: a reaproximação diplomática com os EUA.
Desde a Revolução Cubana em 1959, o país caribenho destacou-se tanto por sua política centrada em assegurar o bem-estar de sua população como por sua solidariedade internacional. Ambas políticas sustentadas na promoção dos direitos humanos consagrados na Carta das Nações Unidas (ONU).
Por Marco A. Gandásegui*, na Prensa Latina
Os moradores da cidade de Melgaço, no interior do Pará, acabaram de receber seus primeiros médicos cubanos e contam à nossa repórter como era a vida na comunidade e o que mudou.
Contra a polarização que ronda a ilha de Cuba, há um caminho a ser tomado: procurar toda a informação que não circula pelas vias tradicionais, escutar os cubanos e suas histórias, visitar o país. É essa, sem dúvida, a maneira mais eficiente de se aproximar de uma realidade cheia de matizes frequentemente ignorados pelos extremos políticos e pela imprensa.
Em 1953, um grupo de jovens liderados por Fidel Castro tomou o Quartel Moncada em Cuba. 61 anos depois, centenas de pessoas do mundo inteiro visitam o local, que abriga o Museu Histórico 26 de Julho, que lembra o episódio.
“Fidel: uma história, cinco olhares”, um livro que reúne as fotografias mais íntimas do líder da revolução cubana, foi apresentado nesta segunda-feira (28) na feira do livro de Buenos Aires pelas mãos do filho do comandante cubano, Alex Castro.
Desde agosto de 2006, quando Fidel Castro se afastou da presidência cubana por razões de saúde, o país viu crescerem as expectativas da população por mudanças. Na verdade, essa espera vinha de muito, muito antes. Mas o afastamento de Fidel abriu novas esperanças, e a chegada de Raul Castro ao poder veio cercada delas.
Por Eric Nepomuceno, na Carta Maior