O presidente do Banco Central esteve na Casa em abril, quando disse que a alta da taxa de juros era uma decisão técnica
Em nota ao Conselho Monetário Nacional, entidades apontam que o desempenho do presidente do BC “é insuficiente e incapaz de alcançar os objetivos estabelecidos” em lei
Após o Copom manter a taxa básica de juros (Selic) em 13,75% a.a., entidades apontam riscos para atividade econômica e para a população brasileira, assim como sabotagem ao governo
Atos pelo Brasil, em frente às unidades do Banco Central, nesta terça-feira (20), reforçaram a posição dos sindicalistas e da sociedade pela redução da taxa de juros (Selic)
Presidente do BNDES é aplaudido na Fiesp ao defender corte na Selic, já Trajano, da Magazine Luiza, cobrou presidente do BC em evento; reunião do Copom se aproxima
Ações ocorrerão entre 16 de junho, Dia Nacional de Lutas, e 2 de julho
Presidente do BC se exime de culpa pela manutenção dos juros altos e joga responsabilidade nas dívidas do governo; juros altos afetam indústria de automóveis, varejo e setor alimentício
“Me desculpem, o Banco Central tem autonomia, mas não é intocável”, afirmou Lula.
Na solenidade de recriação do Conselho de Desenvolvimento Econômico Social Sustentável, o Conselhão, o presidente disse que um homem não sabe mais do que milhões
Para parlamentares, Campos Neto age por motivação política no cargo para o qual foi nomeado por Bolsonaro na primeira fase autônoma da instituição
Copom e Roberto Campos Neto ignoram entrega do arcabouço fiscal e pedidos de diversos setores pela redução da Selic
Anúncio sobre a taxa básica de juros será na quarta com expectativa de manutenção em 13,75% em meio às críticas feitas no 1º de maio; Tebet e Gleise se posicionam