“Quanto mais a gente pagar de juros, menos temos dinheiro para investir. Eu não vejo o mercado falar das pessoas que necessitam do Estado”, disse Lula.
Ao que tudo indica, houve um conluio. Para agradar ao mercado, os quatro nomes indicados por Lula votaram, sim, a favor da austeridade, e não do País.
O presidente também argumentou que o comportamento do Banco Central (BC) é a única “coisa desajustada” no Brasil no momento. Copom inicia discussões sobre juros nessa terça (18)
CartaCapital mostra possível conflito de interesses no caso de o presidente do BC ter parte de seus fundos aplicada em títulos da dívida pública, remunerados pela Selic
A reunião que é interpretada pelo mercado como um fortalecimento das relações institucionais entre o Governo e o Banco Central, em meio a mudanças na política econômica, representa mais um passo de recuo de Campos Neto.
Por um ano, o Copom do BC manteve o índice em 13,75%, levando o Brasil à liderança entre os países com as maiores taxas reais de juros
Ministro também salientou que resolução do problema exige cautela para que comércio não seja afetado. Hoje, juros do rotativo está em torno de 15% ao mês e 437,3% ao ano
O líder lembrou que o governo Bolsonaro terminou com uma taxa real de 7,95%, mesmo com descontrole fiscal, enquanto o índice atual é de10%, numa melhor situação
O presidente do Banco Central admitiu a terceirização da gestão de ativos da instituição em especial das reservas internacionais do país
Assessoria de imprensa do BC não repassava pedidos de entrevistas para o novo diretor de política monetária, Gabriel Galípolo, indicado pelo governo Lula
Presidente volta a criticar taxa de juros e afirma que não há explicação para mantê-la no nível atual; também salienta que país não precisa ter uma meta de inflação tão rígida
Boletim Focus, do BC, revela otimismo do mercado financeiro com a economia. PIB sobe para 2,18% e inflação cai para 5,06%, no entanto a projeção para os juros segue a mesma