Senador é acusado de uso “excessivo de recursos financeiros” no período que antecedeu a campanha eleitoral de 2022
O ex-juiz da Lava Jato responde por abuso de poder econômico e político, caixa 2, uso indevido de meios de comunicação e contratos irregulares.
Ministro Dias Toffoli atendeu pedido da PGR, a partir de investigações da PF, que apura acordo de delação premiada que transformou Garcia em “agente infiltrado”
Lisura e legitimidade da eleição de 2022 foram inegavelmente comprometidas pelo emprego excessivo de recursos financeiros na pré-campanha presidencial, dizem os procuradores
Senador e ex-juiz responde por abuso de poder político e econômico no pleito de 2022. Se for condenado em última instância, novas eleições para o cargo serão realizadas
PCdoB e a federação Brasil da Esperança pedem cassação do senador por irregularidades nos gastos eleitorais e caixa 2
Embora tenha como principal alvo o juiz Sergio Moro e e suas práticas enviesadas, relatório apoia práticas polêmicas da Lava Jato
Sob sigilo desde 2004, delação premiada do ex-deputado estadual Tony Garcia demonstram como o ex-juiz Sérgio Moro construiu a sua prática inconstitucional no magistério
Relatório questiona gestão de valores, acordos de leniência e delação controlados pela Lava Jato; irregularidades disciplinares podem implicar o ex-juiz Sérgio Moro
Segundo Dias Toffoli, agentes da Lava Jato “desrespeitaram o devido processo legal, descumpriram decisões judiciais superiores, subverteram provas, agiram com parcialidade” e fugiram “de sua esfera de competência”.
O União Brasil informou ao TRE ter gasto R$ 625 mil com os voos fretados do então candidato, mas na prestação de contas Moro declarou ter gasto um valor menor, de R$ 425,8 mil
Ao condenar Delgatti, juiz Soares Leites evocou, entre outros artigos, justamente aquele “do qual Moro abusou”, mas saiu impune