A bomba nuclear do Guedes

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Diante da própria ineficiência em recuperar a economia e do desastre na condução da pandemia, Paulo Guedes faz uso de uma chantagem catastrofista para justificar a manutenção do teto de gastos (EC 95) e ignorar a urgência do auxílio emergencial. Guedes prefere tratar a questão com terrorismo econômico para manter a credibilidade com a nata do sistema financeiro.

“É igual a bomba atômica. Tem um botão vermelho. Se apertar, meu amigo, prepara.”, compara o ministro irresponsável. Ele foi contra o auxílio desde o início, estabelecendo valores insuficientes e prazos descabidos. É preciso mais uma vez enfrentar a prepotência e as ameaças de Guedes para socorrer a população. “Quer criar o auxílio emergencial de novo?”, provoca Paulo Guedes. “Porque, se fizer isso, não pode ter aumento automático de verbas para a educação, a segurança pública”, intimida o banqueiro, demonstrando mais uma vez a obsessão pela austeridade fiscal.

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