A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

Marcos Verlaine

Jornalista, analista político e assessor parlamentar do Diap
Bolsonaro é mal que poderia ter sido evitado

Bolsonaro, antes da vida política, teve passagem conturbada no Exército, enquanto deputado, usou de seu gabinete para enriquecer, males já conhecidos que poderiam ter sido evitados nas eleições de 2018

Bolsonaro recria Ministério do Trabalho, para ‘inglês ver’

Para alojar o senador Ciro Nogueira (PP-PI) no comando da Casa Civil, o presidente Jair Bolsonaro teve de promover minirreforma ministerial. Nessa mexida das peças do tabuleiro, o presidente recriou o Ministério do Trabalho e Previdência, por meio da MP (Medida Provisória) 1.058, de 27 de julho, cujo texto foi publicado no DOU (Diário Oficial da União) desta quarta-feira (28).

As expectativas em torno da CPI da Covid no Senado

Impressionante como a democracia brasileira e suas instituições mostraram-se frágeis quando foi exposta ao extremismo de direita. A “roda da história” também pode girar para trás. O País retroagiu. Que a investigação possa lançar luz e apontar caminhos razoáveis diante das tragédias que se abateram sobre o Brasil — a eleição de Bolsonaro e a pandemia do novo coronavírus, com todas as suas inconsequências.

O ponto de partida da CPI da Covid-19 no Senado

Há muitos motivos para investigar a atuação do governo de Jair Bolsonaro no combate à pandemia. Um bem embasado que comprova a real intenção do governo federal é o estudo sobre normas criadas para disseminar o coronavírus pelo país

Brasil: presente, passado e futuro

O debate sucessório começou no 1º dia de mandato de Bolsonaro. Ao invés de convocar o povo e as forças políticas à união para superação dos graves e endêmicos problemas nacionais fez o oposto. Trata-se, pois, de figura política fora da curva. Para dizer o mínimo, com elegância. Embora o artigo da jornalista Mariliz Pereira Jorge tenha sido invulgar. Aquele em que ela o nomina com vários adjetivos e que ele “assina o recibo”.

As frentes de esquerda e uma cronologia de derrotas

O ano político recomeçou em 1º de fevereiro e dali até aqui, a esquerda já sofreu 3 derrotas significativas. As 2 primeiras foram nos pleitos que elegeram os presidentes da Câmara e do Senado, ainda que nesta última não tenha tido essa conotação. A terceira se deu na aprovação, pela Câmara, do projeto de lei (PLP 19/19) que determinou a “autonomia” do Banco Central.

Mas de quem é a vacina brasileira?

É do povo brasileiro — em particular, dos que moram no estado de São Paulo, pois foram esses que a financiaram —, cuja imensa maioria sustenta o País, com trabalho árduo e o pagamento de pesados impostos e tributos, muitas vezes sem o devido retorno do Estado.

Por que as instituições não reagem à altura a Bolsonaro

Em 28 anos ou 7 mandatos como deputado federal, o agora presidente da República nunca teve na Câmara atuação à altura das demandas do povo brasileiro. Nunca, nessa condição, participou como protagonista de nada relevante na Casa. Como parlamentar sempre esteve abaixo do aceitável. “O que significou transformar o ordinário em ‘mito’ e dar-lhe o governo do País?”¹

Movimento Sindical: uma grande pauta e 6 diretrizes

A pauta sindical, que precisa começar a ser executada desde já, estende-se até 2022 e pode ser composta de 6 grandes pontos ou diretrizes: 1) reformas Administrativa; 2) Tributária; 3) Sindical; 4) Trabalhista; 5) Auxílio Emergencial; e 6) Eleições 2022. Acrescente-se a Comunicação Sindical, sem a qual as organizações laborais ficariam ainda mais isoladas no plano da comunicação de massa (sindical).

Esquerda não está ante a ‘escolha de Sofia’ na eleição da Câmara

Política não é “lugar” para “santos” ou “demônios”; para puros ou impuros. Política serve a interesses. Quais são os da esquerda e os da direita? Quais são os seus, os meus, os nossos? O debate em torno da presidência da Câmara dos Deputados funda-se aí. O resto é incompreensão ingênua ou interesses inconfessos. O céu é que é lugar para incautos, santos e puros!

Contra Bolsonaro não cabe purismo; tampouco diletantismo

O ano de 2021 começou e não há sinais das vacinas por parte do governo e a ajuda emergencial foi cortada. O caos vai ser instalado. A crise no País vai se profundar sob um governo completamente desaparelhado para enfrentá-la em todos os aspectos humanos possíveis. Diante disso, não cabem erros e/ou vacilações graves.

O “pobre de direita” e a esquerda perplexa: um esclarecimento

O objetivo deste brevíssimo artigo é tentar lançar luz sobre essa incompreensão da militância de esquerda, que a deixa perplexa no debate político, nas redes e nas ruas, e que, portanto, a desalenta — que é o inconformismo ou revolta com o chamado “pobre de direita”. Vamos tentar entender esse “fenômeno”.

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