O atual presidente insufla ainda mais a violência de gênero e de raça. A opressão às mulheres e à população mais vulnerável interessa ao sistema de divisão de classes
É muito fácil subjugar as mulheres quando a visão machista adentra e predomina nos espaços de decisão. Mas é possível mudar esta realidade e temos, todos e todas, essa alternativa
Depois da chegada dos bolcheviques ao poder, o dia internacional de luta das mulheres foi oficializado entre os soviéticos como o que deu início ao processo revolucionário. Em 1975, a data foi reconhecida também pela ONU.
“As mulheres representam mais de 50% do eleitorado e da população brasileira. A nossa presença tem crescido na política, ainda que devagar. Isso, numa sociedade machista e patriarcal incomoda, e muito”
O projeto bolsonarista tem uma agenda racista, antipovo, reacionária e conservadora, que aposta na ordem patriarcal, na violência de gênero, no gabinete do ódio, na desinformação, na antipolítica, na necropolítica e no negacionismo
UBM e CMB lutam pela unidade na “construção de um 8 de março em aliança com setores mais amplos da sociedade”
“Por ser o mês em que se comemora o Dia Internacional da Mulher, inúmeras proposições poderiam ser votadas para abrir estes dias com conquistas há muito cobradas por nós, mas a realidade não é essa”, disse a deputada
A minha história e a do Brasil estão entrelaçadas, eu escrevo a minha até o ponto em que não posso mais escrever a dele.
Brasileiros e brasileiras merecemos outro destino
Nosso principal desafio é a unidade na luta dando destaque aos movimentos LGBTQI+. Temos o mesmo alvo e queremos reconquistar a democracia que nos foi roubada.
Fortes ventos de resistência e esperança vem das mulheres, em especial das mulheres negras das comunidades periféricas.
Uma homenagem às mulheres de luta com canções sobre as questões de igualdade de gênero. Todas as músicas são de autoria ou têm participação de mulheres. Elas por Elas.