Oficialmente, o governo resumiu o pacote a “medidas de contenção de despesas” para “tornar o gasto público mais eficiente”. Na prática, porém, os retrocessos estão encaminhados.
A nota “Cortes defendidos pelo mercado financeiro trarão menos crescimento e mais desigualdade”, defende uma agenda que priorize o investimento público e os direitos sociais como pilares para o desenvolvimento.
Setor financeiro insiste que o governo deve reduzir gastos sociais, mas “ignora” os R$ 97 bi que deixaram de ser arrecadados para beneficiar empresas
O líder do PCdoB na Câmara, Márcio Jerry (MA), diz que não é aceitável fazer ajuste fiscal com cortes na previdência, saúde e educação
Haddad destaca otimismo com economia brasileira e avanços em reformas, durante conferência com agentes financeiros, em São Paulo
Com o golpe parlamentar de 2016 em Dilma, o país despencou no ranking econômico global. No desgoverno Bolsonaro, saiu das dez maiores economias do mundo para 12ª posição
Marcelo Pereira Fernandes enfatiza a necessidade de um novo enfoque na política econômica brasileira, desvinculado da retórica da austeridade fiscal.
Economia argentina registra queda acentuada, refletindo o plano de ajuste profundo. Consumo e investimento caem drasticamente, resultando em mais desemprego.
Apesar da receita não ter vingado em lugar algum, o FMI insiste que medidas neoliberais são a melhor maneira de “desbloquear o crescimento, o emprego formal e o investimento”
Em entrevista ao Portal Vermelho, o economista argentino Eduardo Crespo avalia os rumos do governo Milei, responsável pelo aumento da pobreza que chega ao patamar de 60%
A depender da vontade da nova Casa Rosada, vêm por aí demissões do funcionalismo, desmonte do serviço público e privatizações — a meta é cortar 5% do PIB
Em evento com principais líderes econômicos mundiais na Suíça, Fernando Haddad apresentou a estratégia otimista do governo Lula para a retomada do crescimento