Encontro entre ministro Luís Roberto Barroso, do STF, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, deputado federal Orlando Silva (PCdoB-SP) e o representante do Alto Comissariado dos Direitos Humanos da ONU para a América do Sul, Jan Jarabe, ocorreu nesta segunda-feira (30), em Brasília
A matança no Complexo do Salgueiro vitimou oito pessoas, após ação da Polícia Militar. Nota oficial justifica mortes com antecedentes criminais de 5 dos mortos.
Andréia de Jesus (PSOL), que preside a Comissão de Direitos Humanos da ALMG, passou a ser ameaçada após expor denúncia relacionada ao massacre da PM em Varginha; repórter da Fórum também foi ameaçado
Os 13 corpos foram empilhados em uma praça no local como um aviso claro de demonstração de força policial.
Secretaria de Polícia Civil responde que cabe à HRW aguardar o término da investigação, à qual “sequer teve acesso, para emitir opinião, respeitando assim a legislação em vigor no país, bem como as instituições empenhadas nas investigações”.
Lei foi aprovada na Alerj por 34 votos contra 16. O uso do equipamento é visto como uma forma de apurar possíveis excessos e evitar execuções extrajudiciais.
O grupo se concentrará em apurar os relatos de execuções e abuso policial e a possível adulteração de provas.
A operação tem mobilizado instituições como o MP, a Defensoria, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e as comissões de Direitos Humanos da Alerj e da Câmara Municipal.
Homenagem a policial morto e elogio ao assassinato de 25 moradores da favela causa controvérsia entre parlamentares.
Um ato ecumênico e diversos grafites em homenagem aos nove jovens mortos durante ação criminosa da Polícia Militar em Paraisópolis reuniram, neste domingo (8), moradores, familiares das vítimas e líderes comunitários. O ato foi realizado na viela da escadaria onde acontece o evento musical e contou com a participação de representantes de diversas religiões.
“As comunidades exigem justiça! Paraisópolis pede socorro.” Este é o sentimento exposto na faixa de abertura no ato de terça-feira (4/12) em Paraisópolis, na Zona Sul de São Paulo (SP). Organizado pela união de moradores “Nova Paraisópolis”, dois dias depois do massacre que causou a morte de nove inocentes, o protesto reuniu em torno de 400 pessoas.
Por Camilla Lima (texto) e Thaynan Diniz (fotos)*
Parlamentares do PCdoB-SP manifestaram indignação com o massacre de Paraisópolis. Nove jovens inocentes foram mortos pela Polícia Militar paulista, no domingo (1/12), na dispersão de um baile funk. O deputado Orlando Silva protocolou requerimento na Câmara Federal para criar uma Comissão Externa que investigue o episódio. Já o mandato da deputada estadual Leci Brandão informou estar em “contato constante com a Ouvidoria da PM e com o Conselho Estadual de Defesa dos Direitos da Pessoa Humana.