Representantes da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) e da Coreia do Sul iniciaram neste sábado em Panmunjon consultas vinculadas à possível retomada das operações do complexo industrial de Kaesong, um projeto conjunto que está parado há três meses.
Os governos da República Popular Democrática de Coreia (RPDC) e a Coreia do Sul concordaram em fazer uma reunião prévia neste domingo (9), na região de Panmunjom, na fronteira entre os dois países. A conversa ocorre três dias antes da reunião marcada para quarta-feira (12) em busca do fim do impasse e do clima de tensão na Península Coreana. No encontro, também deve ser analisada a reabertura do complexo industrial de Kaesong.
As forças anti-imperialistas e amantes da paz nutrem a expectativa de que a República Popular Democrática da Coreia não dê o primeiro tiro, menos ainda realize um ataque com armas nucleares. De todos os países, o único que se recusa, por razões de princípio e cláusula pétrea de conduta, a declarar que não usará a arma nuclear contra algum país são os Estados Unidos da América, algo que nem de longe comparece nas opiniões difundidas pela mídia privada.
José Reinaldo Carvalho no Blog da Resistência
O PCdoB acompanha com grande preocupação a crescente tensão no leste da Ásia, que poderá resultar num conflito entre a República Popular Democrática da Coreia e os Estados Unidos.
O ministro russo de Relações Exteriores Serguei Lavrov manifestou-se nesta quarta-feira (11) contrário às “manobras militares” que provocam a crise na Península Coreana. “Ninguém deveria provocar aos demais com [ameaças] de manobras militares, há uma grande possibilidade de que tudo se acalme”, disse Lavrov, referindo-se aos exercícios conjuntos dos EUA e Coreia do Sul, durante o passado mês de março.
A República Popular Democrática da Coreia (RPDC) comemora nesta quinta-feira (11) o primeiro aniversário da chegada ao poder do atual líder Kim Jong-un. O jornal Rodong Sinmun, órgão central do Partido do Trabalho da Coreia, faz um balanço deste primeiro ano de atividade e elogia o desempenho do líder.
Nem sempre imagens têm mais valor do que mil palavras. No caso em questão, as imagens e o retorcimento da retórica explanada pelo governo da Coreia do Norte são parte de um grande jogo de ridicularização de um regime cujo único objetivo é a autodefesa. Também existe uma ponta de luta pela sobrevivência. Sobrevivência que significa a própria sobrevida de uma nação milenar. E para mim isso basta.
Por Elias Jabbour*
O ministro de Relações Exteriores, Antonio Patriota, declarou que o governo continua preocupado com a tensão na Península da Coreia e que está analisando a possibilidade de esvaziar a embaixada em Pyongyang, capital da Coreia do Norte. As embaixadas estrangeiras em Pyongyang receberam, na sexta-feira (5), uma notificação do governo local recomendando que fossem desocupadas.
Em mais uma edição do programa Ponto de Vista, da Rádio Vermelho, José Reinaldo, editor do Vermelho, fala sobre a tensão militar na Península Coreana e sobre o papel da mídia golpista sobre o fato.
A República Popular Democrática da Coreia voltou a responsabilizar os Estados Unidos pelas crescentes tensões na Península Coreana devido às manobras militares de grande escala que realiza em conjunto com a Coreia do Sul, que ameaçam a soberania da Coreia Popular.
Os Estados Unidos garantiram nesta segunda-feira (18) à Coreia do Sul o arsenal nuclear norte-americano e "todos os recursos" militares para a "defesa" contra a República Popular Democrática da Coreia (Coreia do Norte), que havia reafirmado o seu direito à auto-defesa contra os ímpetos imperialistas na região até com "ataques nucleares preventivos".
“A hostilidade dos Estados Unidos contra a soberania da República Popular Democrática da Coreia [RPDC] provoca mais ações resolutas de resposta que conduzirão à vitória,” assegurou nesta sexta-feira (1) o diário Rondong Sinmun, norte-coreano.