A esquerda bem informada
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Tag: desemprego

Desde 2010, as famílias não ficavam tão endividadas

Estudo nacional feito pela Federação do Comércio de São Paulo mostra que, antes da pandemia, 64% das famílias brasileiras estavam endividadas. Hoje, são 71%.

Bolsonaro afunda o país que é recordista em desemprego, dizem parlamentares

O ranking da agência de classificação de risco Austin Rating, divulgado pelo G1, aponta que estamos na 4ª posição entre mais de 40 países com alto índice de pessoas fora do mercado de trabalho

Brasil tem a 4ª maior taxa de desemprego em ranking com 44 países

Apesar da queda do desemprego nos últimos meses, recuperação do mercado de trabalho vem se dando com vagas de baixa qualidade, com poucas horas de trabalho e queda recorde no rendimento médio da população ocupada

Trabalho e racismo no Brasil

As relações do mundo do trabalho não estão apenas fundamentadas pela exploração, mas, também, pelo racismo

Mais um apagão de dados. Empregos criados em 2020 eram fake news

Caged revisa dados e número de vagas criadas em 2020 recua de 142.690 para 75,9 mil

Menos direitos, menos renda: Governo Bolsonaro acelera a precarização

População ocupada chegou a 90,2 milhões de pessoas, 4% a mais em relação ao trimestre móvel anterior. Quase 70% desse aumento, no entanto, foi de vagas informais – sem carteira de trabalho assinada ou por conta própria.

80% dos novos empregos são informais, sem direitos nem renda garantida

No total, o país tem 14,1 milhões de desempregados e 31,7 milhões de subutilizados no mercado de trabalho

Gestão da economia é outra face genocida do Governo Bolsonaro

Flávio Dino: Um governo que coloca o botijão de gás ao custo de mais de 10% de um salário mínimo é porque quer ver seu povo morrer de fome.

Desemprego do Governo Bolsonaro deixará sequelas para além da pandemia

Para Clemente Ganz Lúcio, desemprego, informalidade e precarização permanecerão em 2022.

Pesquisa traz retrato do impacto da pandemia em moradores de favelas

Entre os dados mais dramáticos está que mais da metade ficaram sem trabalho e não conseguiram fazer distanciamento social. A percepção da violência doméstica, da depressão e do consumo de drogas também aumentou.

Três visões sobre o atraso nacional, por Márcio Pochmann

Com o ingresso na globalização desde 1990, a perspectiva neoliberal passou a dominar a gestão do capitalismo brasileiro e ascendeu uma nova composição da classe dominante que vê no Estado o determinante principal do ‘atraso’.

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