A maioria das greves ocorre entre categorias do funcionalismo público e envolve defesa de condições de trabalho, em vez de avanços reivindicativos.
Pesquisa revela que, após a pandemia, racismo estrutural nos empregos formais agravou-se.
De acordo com o diretor técnico do Dieese, Fausto Augusto Júnior, 24 milhões de aposentados e 33 milhões de trabalhadores serão atingidos pelo salário rebaixado.
Doze das 17 capitais apresentaram queda no custo dos produtos
Segundo o Dieese, valor médio no Brasil comprometeu o salário mínimo líquido em 58,54%; o mais caro é em São Paulo
Dos reajustes acompanhados pelo Dieese até 10 de agosto, somente 31,8% resultaram em ganhos acima da inflação de 12 meses medida pelo INPC. Em 20,8%, os trabalhadores conquistaram reajustes iguais ao índice calculado pelo IBGE.
Inflação de alimentos corrói poder de compra do Auxílio Brasil, que precisaria ser de R$ 732,12 para se equiparar ao auxílio emergencial da pandemia
Além de crescer a passos muito lentos, o país vê-se mergulhado no aumento da pobreza e das desigualdades sociais: um retrocesso de três décadas.
O resultado aponta para uma melhora em relação a um ano e meio atrás. No entanto, o resultado pode ser sazonal, fragilizado por desigualdades setoriais e regionais.
Nos últimos 12 meses, o IPCA acumulado chega a 11,89% e a carestia dos alimentos pesa no bolso dos mais pobres.
Levantamento é feito pelo Sistema de Acompanhamento de Greves e indica 32 mil horas de paralisação; 88% das greves tiveram itens de caráter defensivo na pauta de reivindicações.
“É preciso retomar o papel estratégico da Petrobrás como empresa de energia”, afirmou Deyvid Bacelar, em artigo sobre o documento.