A eleição neste final de semana para a Assembleia Constituinte no Chile é o destaque da cientista política Ana Prestes. A celebração da vitória do exército soviético sobre os nazistas, os protestos na Colômbia, a onda de Covid na Índia, as vacinas cubanas, a vitória da extrema direita nas eleições em Madri, os ataque aos palestinos em Jerusalém oriental e as eleições gerais na Nicarágua são outros assuntos da nota desta segunda-feira (10)
A situação da saúde está piorando na Índia: a pandemia vive uma dinâmica exponencial em um país cuja população chega a 1,3 bilhão de pessoas. Há uma semana o país tem mais de 300 mil novos casos diários, chegando a 362 mil nesta terça-feira (27). No entanto, o primeiro-ministro Narendra Modi tem apenas uma prioridade em mente: vencer as eleições, estima Jean-Joseph Boillot, economista e especialista em Índia. Ele compara o premiê indiano ao presidente Jair Bolsonaro, ambos com péssimos resultados durante a pandemia.
País ultrapassou os 17 milhões de casos da doença e chega a quase 200 mil mortos.
Com estatísticas precárias, suspeita-se que Índia é próximo país, depois do Brasil, a espalhar variantes mais contagiosas do vírus. Pobreza, distâncias e precariedade tornam cenas dramáticas de desespero comuns pelo país.
Muitas mulheres de casta superior falaram sobre suas experiências pessoais de violência sem reconhecer como suas vidas se beneficiaram por manter as mulheres dalit à margem.
Em live, Victor Young, professor do Instituto de Economia da Unicamp, falou sobre perspectivas para a diplomacia brasileira.
‘O Tigre Branco’, de Ramin Bahrani, relata o ingresso do protagonista pobre no universo dos ricos. Comparado ao sucesso sul coreano ‘Parasita’, o lançamento da Netflix expõe a promiscuidade entre capital e poder no Terceiro Mundo.
O País deixou de pagar parcela de mais de US$ 290 milhões para o banco do bloco, em mais um problema diplomático com os principais países fornecedores de vacinas contra a covid-19.
Segundo o deputado Fausto Pinato (PP-SP), o Brasil teve “a faca e o queijo na mão” para liderar corrida pela vacina com países do BRICS.
A corrida mundial por insumos para vacinas nos maiores exportadores de produtos farmacêuticos, Índia e China, é o destaque da cientista política Ana Prestes nesta terça-feira (19). A votação de moção de confiança na câmara dos deputados do primeiro-ministro italiano, o crescimento econômico da China em 2020, a posse de Joe Biden nos EUA, as eleições e crise na área de saúde no Peru, as eleições no Chile e a ausência do Brasil na lista de exportação de vacinas da Índia são outros tópicos da nota internacional.
Numa derrota política para Bolsonaro, é muito provável que a vacinação no Brasil se inicie com a CoronoVac – a “vacina chinesa”
Voo fretado pelo Ministério da Saúde teve de ser adiado