Pela primeira vez desde a segunda semana de fevereiro, o cenário começa a apresentar alta de óbitos na maioria dos estados brasileiros. A baixa procura pelas vacinas, devido a uma falsa sensação de fim da pandemia, pode estar favorecendo a piora nos índices.
Desde ontem, o gráfico vem saindo do perfil de queda para estabilidade de número de mortes, com média móvel de 105 óbitos diários.
Queda contínua de mortes é interrompida com forte aumento de registros em cidades do Rio de Janeiro, além de estados do Norte, SC e MS.
No total, foram registrados 30,35 milhões de casos e 662,7 mil mortes
País tem 30,3 milhões de casos e 662 mil mortes
Entidades pedem 90 dias para vigência da portaria para que estados e municípios tenham tempo para se preparar.
Em 24 horas, foram confirmados mais 14.131 novos casos de covid-19. Em seu pior momento, a média móvel superou a marca de 188 mil casos conhecidos diários, no final de janeiro.
Nenhum país pode rebaixar a classificação da Covid-19 e determinar a mudança de status de pandemia para endemia, seja por meio de decretos, atos normativos ou portarias. O Brasil não está numa redoma, isolado do resto do mundo.
Queda constante há cinco semanas animou governos a flexibilizar protocolos sanitários que permitem a realização de desfiles de carnaval, shows e jogos. Apesar disso, variante BA2 da ômicron avança com alarme sobre EUA e Europa, antes de chegar ao Brasil.
Mesmo com flexibilização do uso de máscaras, avanço da vacinação tem garantido uma queda sustentável dos indicadores de covid-19 no Estado, mostra o “Boletim Epidemiológico USP-Covid”
Com isso, a média móvel de mortes nos últimos 7 dias é de 185, abaixo da marca de 200 pelo quarto dia, mantendo queda constante
Brasil registra média móvel de mortes por Covid abaixo de 200 pelo 3º dia