“Com as novas regras, fico a imaginar os trabalhadores da construção civil, dos estaleiros, do comércio, de serviços gerais e de muitas outras profissões extremamente desgastantes no aspecto físico e emocional. Como se aposentar integralmente só será possível com 49 longos anos de contribuição, a grande maioria vai morrer antes de conseguir essa façanha. Um crime contra quem trabalhou intensamente para o desenvolvimento do nosso país”.
Por *Arruda Bastos
“A intensa luta do ano que finda nos fez mais unidos, fortes e em preparação constante para as velhas e novas batalhas que nos aguardam em 2017. O novo ano anuncia, no entanto, uma necessidade fundamental: a de fortalecimento de um diálogo cada vez maior com a classe trabalhadora. É preciso alertar para as consequências dos ataques que sofremos durante o processo de golpe parlamentar e midiático a que ainda estamos sendo submetidos”.
Por * Wil Pereira
"Neste dia 22 de dezembro de 2016, em que se comemora, pelo segundo ano, o Dia do Fiscal, enfrentamos um momento adverso para os servidores públicos que somos e para toda a classe trabalhadora, com a redução de seus direitos em nome de uma crise cujos sacrifícios devem recair, até agora, apenas sobre os ombros dos que vivem da sua força de trabalho”.
Por *Ana Lúcia Oliveira
"Podemos dizer que as festas do ciclo natalino se destacam pelo senso de coletividade, pela beleza, poesia e religiosidade, estando entre as mais vivas e emocionantes de toda a cultura popular brasileira. Festa, beleza e alegria para comemoração da criança que simboliza a renovação cósmica do mundo”.
Por Rosemberg Cariry*
Por *Sandra Helena de Souza
“Percebo que o programa ‘Mais Médicos’ está caminhando para um desfecho final, visto que, essa é a mensagem política e dominante do momento. Desse modo, a todos vocês, colegas cubanos, que estão distantes das suas casas e das suas famílias, eu deixo o meu abraço afetuoso e carinhoso. Nenhum de vocês tem culpa pela grave crise política e ética que nos assola nesse momento e, portanto, não mereciam receber quaisquer agressividades dessa sociedade”.
Por * Régis Eric Maia Barros
"Agora, de forma efetiva e dentro da nossa governabilidade, só temos uma saída: mobilizar e atuar nas frentes de resistência. O orçamento da saúde não pode seguir as normas definidas na PEC. A única maneira para que isso ocorra é a pressão no governo e nos parlamentares, visando intercambiar recursos de outras áreas para a saúde.
Por *Arruda Bastos
"O presidente Michel Temer disse que é preciso ‘coragem’ para tomar medidas impopulares. Porém, ainda que se reconheça a necessidade de ajuste nas contas públicas, um governo verdadeiramente corajoso não chamaria os setores mais fragilizados da população para pagar a conta”.
Por *Plínio Bortolotti
"A imposição da reforma do ensino médio por meio de MP sem que haja um debate com os sujeitos que fazem educação, professores, pais, alunos, universidades e entidades que constituem o Fórum Nacional da Educação é apenas o pano de fundo para uma estratégia de inclusão das escolas privadas no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb)”.
Por *Manoel Dias
“A família que coordenou o périplo das Livrarias Feira do Livro permanece unida e se mantém militante na luta por um país de leitores críticos e emancipados. Quem sabe, assim, tomamos gosto por nós mesmos, subvertemos o complexo de povo vira-lata, mudamos o perfil de nossos políticos e de nossas políticas, enfrentamos a perversa distribuição de riqueza e consolidamos nossa democracia”.
Por * Jackson Sampaio e Mileide Flores
"uízes e Ministério Público não podem e não devem fazer política porque não têm voto. Simples. Por isso que possuem garantias como inamovibilidade, vitaliciedade. Se quiserem fazer política, que sigam o bom exemplo do atual governador do Estado do Maranhão, Flávio Dino, que abandonou a toga federal e foi às ruas procurar votos: amargou derrotas, e hoje governa um Estado".
Por *Martonio Mont’ Alverne