Nos últimos dez dias de abril, a covid-19 matou ao menos 365 pessoas por dia, em média. As doenças cerebrovasculares, principal causa de morte no país, matavam 273 por dia. Dr Boulos diz, ao Vermelho, que esses números devem arrefecer com o fim da epidemia.
Ex-ministro da Fazenda de Temer citou setor de serviços domésticos, que, mesmo sem sofrer restrições, é um dos mais afetados.
“O Brasil, como país, deve se unir para dar uma resposta clara ao ‘E daí?’ dito por seu Presidente”, diz a revista britânica The Lancet, na edição de maio
Uma das propostas é que o país aja na área de investimento público, sobretudo em infraestrutura. O investimento em infraestrutura movimenta muitos setores, como o da construção civil, grande geradora de empregos.
“Bolsonaro é mesmo um genocida”, definiu o vice-líder do PCdoB, deputado federal Márcio Jerry (MA).
A pandemia aumenta a tensão fruto da histórica desigualdade social na imensa maioria dos países da região da América Latina e Caribe, trazendo novos desafios às forças progressistas, especialmente no Brasil onde o governo Bolsonaro avança em seus planos autoritários. Comentário semanal sobre geopolítica de Walter Sorrentino, Secretário de Relações Internacionais do PCdoB.
Os 22 moradores de rua mortos pela covid-19 em São Paulo sinalizam para uma estatística que pode se acumular por todo o país, com suas 78.195 pessoas vulneráveis ao vírus sem moradia.
Em 24 horas, foram confirmadas mais 610 mortes.
A iniciativa é da deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC) e prevê uma renda emergencial por três meses.
Dados do IBGE incluem redes pública e privada e foram divulgados hoje, mostrando enorme desigualdade nacional.
Na última quarta (6), Brasil bateu seu segundo recorde de mortes registradas em um só dia, com 615 novos óbitos, o sexto país com mais óbitos no mundo
Pesquisadores podem ir além da epidemia para entender a morte sistemática de populações vulneráveis em meio a decisões do estado.