A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

A. Sergio Barroso

Médico, doutor em Desenvolvimento Econômico pela Universidade de Campinas (Unicamp), membro do Comitê Central do PCdoB e diretor da Fundação Maurício Grabois (FMG)
Leninismo contemporâneo e processos revolucionários

Parte 3
O problema da solução estratégica da revolução socialista atual renova-se – sempre! – na capacidade do partido comunista e seus aliados resolverem a Equação Nacional. Esse é, provavelmente, o principal ensinamento do leninismo contemporâneo, desde logo aberto ao movimento real das lutas de classes em sua historicidade; e “enganchado” nas contradições insolúveis do capitalismo global.

Leninismo contemporâneo e processos revolucionários

Parte 2
“Se a atitude de Mao diante do Partido era pelo menos heterodoxa, sua análise da revolução chinesa era simples, genial e marcada por um espírito rigorosamente leninista” [1].
Por A.Sérgio Barroso*

Leninismo contemporâneo e processos revolucionários

Parte 1
“As teses de Lênin me imbuíram de grande emoção, um grande entusiasmo, uma grande fé e me ajudaram a ver claramente os problemas. Minha felicidade foi tanta que eu comecei a chorar” (Ho Chi Minh, Diário da Prisão). [1]

Carta a um companheiro 

“Tanto a previsão humana quanto a meteorológica são iniciativas precárias e incertas, ainda que não possam ser descartadas”. (…) “Uma revolução russa era amplamente esperada, independentemente das circunstâncias particulares e imprevisíveis de sua eclosão efetiva em 1905 e 1917” (E. Hobsbawm, “A história e a previsão do futuro”, in: Sobre história, Paz e Terra, Companhia das Letras, 1998, pp. 52 e 57).

 O espontâneo e o consciente – de volta para o futuro (anotações)

“Desculpe os transtornos: estamos mudando o Brasil” (Faixa de manifestantes surgidas em várias capitais entre 17-19 de junho 2013).

Tendências da grande crise capitalista. Transe civilizacional (I)

Quatro episódios auxiliam a desenvolver a análise de impasses importantes no atual desenvolvimento da grande crise capitalista. E o seu descambar evidente rumo ao abismo da chamada civilização anglo-saxã…

Crise capitalista: destruição e extermínio

“[uma época histórica que perdeu o rumo], nos primeiros anos do novo milênio, com mais perplexidade do que lembro ter visto numa já longa vida, aguarda, desgovernada e desorientada, um futuro irreconhecível” (Hobsbawm, 2013).[1]

Crise capitalista e decomposição do sistema financeiro

“Lamento dizê-lo, mas apostaria que haverá depressão e que durará alguns anos” (Eric Hobsbawm, 30/3/2009).[1]

Barata-Moura e a apresentação Livro II de O Capital

“Do povo oprimido nas filas, nas vilas, favelas. A força da grana que ergue e destrói coisas belas” ( “Sampa”, Caetano Veloso, 1983).

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