O governo da República Popular Democrática da Coreia (RPCD) divulgou um documento, nesta segunda-feira (7), no 20º aniversário da declaração sobre a reunificação da Península Coreana, assinada em conjunto com os líderes sul-coreanos. “O norte e o sul devem colocar um fim ao temerário estado hostil e de confrontação, abrindo o caminho para a reconciliação e a unidade,” afirma o texto. O Comitê Central da Frente Democrática para a Reunificação da Pátria também emitiu uma nota a respeito.
O líder norte-coreano, Kim Jong-Un, dirigiu pessoalmente um exercício militar de grande escala que simulou o ataque a uma ilha, e aproveitou para dizer que o Sul lamentará amargamente qualquer incursão, anunciou neste sábado a agência norte-coreana de notícias KCNA. "No exercício participaram combatentes, peças de artilharia de diferentes calibres, navios de combate, incluindo submarinos, aviões de caça, bombardeiros e aviões de carga", disse a agência.
A Força Aérea dos Estados Unidos enviou dois dos seus aviões não-tripulados (drones) mais avançados, Global Hawk, para a sua base no norte do Japão. O propósito dos drones é guardado como segredo, mas suas características os tornam capazes de espionar a China e a República Democrática Popular da Coreia (RPDC), segundo um relatório divulgado ainda em maio.
James Winnefeld, alto funcionário do Departamento de Defesa dos EUA (Pentágono), confirmou nesta quarta-feira (28) que o Exército estadunidense já determinou o local e vai estabelecer em breve um sistema antimíssil na Coreia do Sul. Por outro lado, o porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores, Qin Gang, afirmou que existe muita incerteza na Península Coreana, e que a China não vai permitir confrontos na região.
O Ministério de Relações Exteriores da China confirmou, nesta terça-feira (27), que o chanceler Wang Yi reuniu-se com a presidenta da Coreia do Sul, Park Geun-hye, e o chanceler sul-coreano Yun Byung-se. Os representantes trocaram opiniões sobre como aprofundar as relações bilaterais e discutiram a questão da Península Coreana.
A República Popular Democrática da Coreia (RPDC) ratificou, nesta quinta-feira (8), ante o Conselho de Segurança das Nações Unidas, o direito de se defender das ameaças dos Estados Unidos e seu destacamento bélico na vizinha Coreia do Sul.
"Os EUA são os piores violadores dos direitos humanos do mundo" é o que diz uma análise feita pela agência de notícias estatal da Coreia Popular, KCNA, e publicada na última quarta-feira (30). No artigo, intitulado "Análise de notícias sobre registros de direitos humanos pobres nos EUA", a agência enumerou diversos pontos controversos, incluindo racismo, desemprego e espionagem, para provar que os Estados Unidos são "um inferno".
A República Popular Democrática da Coreia realizou ensaios de disparos com artilharia de longo alcance, segundo a Agência Central Coreana de Notícias (KCNA, na sigla em inglês), no fim de semana. Já nesta segunda (28) e terça-feira (29), a Coreia do Sul emitiu declarações acusatórias contra a vizinha do norte, embora tenha conduzido recentemente quase dois meses de amplos exercícios militares com os Estados Unidos, contra os vários apelos por diplomacia e estabilidade na região.
A porta-voz da chancelaria chinesa, Hua Chunying, afirmou nesta terça-feira (15), durante uma entrevista coletiva, que a China persiste numa posição “justa e objetiva” na situação da Península Coreana. O país opõe-se a qualquer ação que possa gerar tensão na região, incluindo manobras militares conjuntas e testes nucleares. Na semana passada, o chanceler da Rússia, Serguei Lavrov, por sua vez, instou os Estados Unidos e a Coreia do Sul a suspenderem seus exercícios de guerra na região.
Os Estados Unidos e a Coreia do Sul iniciaram nesta segunda-feira (24) seus exercícios militares conjuntos, de grande envergadura, “Key Resolve”, com simulações de guerra contra a República Popular Democrática da Coreia (RPDC). O diário norte-coreano Rodong Sinmun, em artigo desta terça-feira (25), rechaça os ensaios realizados em detrimento do apelo à diplomacia, reiterados pelo governo da Coreia Popular.
A Chancelaria da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) rechaçou, neste fim de semana, o recente relatório do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas, denunciando motivações politizadas e um posicionamento parcial. Além disso, reafirmou o caráter desestabilizador dos exercícios militares da Coreia do Sul e dos EUA, que se iniciam nesta segunda (24), apesar do apelo à reaproximação intercoreana e após o reencontro de famílias separadas desde a guerra de 1950, na semana passada.
O vice-ministro chinês das Relações Exteriores, Liu Zhenmin encontrou-se nesta sexta-feira (21), em Seul, na Coreia do Sul, com o chanceler adjunto Lee Kyung-soo. Os dois trocaram opiniões sobre as relações bilaterais e sobre a situação na Península Coreana, que será cenário de um exercício militar entre as Forças Armadas sul-coreanas e estadunidenses a partir da próxima semana.