A República Popular Democrática da Coreia e a República da Coreia chegaram nesta quarta-feira (14) a um acordo para reabrir o complexo industrial de Kaesong, único do tipo vigente entre as duas partes da Península Coreana.
Representantes das Coreias do Norte (República Popular Democrática da Coreia) e a do Sul (República da Coreia) voltaram a se reunir nesta quarta-feira (17), em busca de um acordo para a reabertura do complexo industrial de Kaesong, que está no Sudoeste da Coreia do Norte, na fronteira com a Coreia do Sul.
Representantes da República Popular Democrática da Coreia (RPDC) e da Coreia do Sul iniciaram neste sábado em Panmunjon consultas vinculadas à possível retomada das operações do complexo industrial de Kaesong, um projeto conjunto que está parado há três meses.
Vários indícios sugerem hoje a possibilidade de um avanço no caminho para a solução das divergências entre as duas partes da península coreana, depois de diversas propostas da Coreia Popular encaminhadas a esse fim, segundo especialistas em Pequim.
Os governos da República Popular Democrática de Coreia (RPDC) e a Coreia do Sul concordaram em fazer uma reunião prévia neste domingo (9), na região de Panmunjom, na fronteira entre os dois países. A conversa ocorre três dias antes da reunião marcada para quarta-feira (12) em busca do fim do impasse e do clima de tensão na Península Coreana. No encontro, também deve ser analisada a reabertura do complexo industrial de Kaesong.
O Comitê pela Reunificação Pacífica da Pátria (CRPP), norte-coreano, publicou nesta quinta-feira (6) uma declaração especial, em que aborda o convite oficial feito pela República Popular Democrática da Coreia (RPDC, ou Coreia do Norte) à República da Coreia (Coreia do Sul), para uma reaproximação baseada no diálogo.
A República Popular Democrática de Coreia (RPDC) e a Coreia do Sul deram passos alentadores nesta quinta-feira (6) para a aproximação e a reconciliação, o que poderia pôr fim a um longo período de crises e acusações na Península Coreana. A proposta de realizar conversações oficiais foi feita pela RPDC, e a Coreia do Sul aceitou prontamente, para normalizar as operações do complexo industrial de Kaeson e retomar as viagens turísticas pelo Monte Kumgang, na fronteira.
A República Popular Democrática da Coreia (RPDC) propôs realizar um evento com a Coreia do Sul para comemorar o 13ºaniversário da assinatura da Declaração Conjunta Intercoreana. Um gesto de conciliação e paz que pode desanuviar as tensões na Península Coreana.
Após um protesto formal do Ministério das Relações Exteriores do Japão, o premiê do país, Shinzo Abe, foi mais enfático em sua represália às oito embarcações chinesas que se encontravam nas águas das disputadas ilhas Senkaku/Diaoyu, administradas por Tóquio e reivindicadas por Pequim. As informações são do Channel News Asia.
O ministro russo de Relações Exteriores Serguei Lavrov manifestou-se nesta quarta-feira (11) contrário às “manobras militares” que provocam a crise na Península Coreana. “Ninguém deveria provocar aos demais com [ameaças] de manobras militares, há uma grande possibilidade de que tudo se acalme”, disse Lavrov, referindo-se aos exercícios conjuntos dos EUA e Coreia do Sul, durante o passado mês de março.
A República Popular Democrática da Coreia voltou a responsabilizar os Estados Unidos pelas crescentes tensões na Península Coreana devido às manobras militares de grande escala que realiza em conjunto com a Coreia do Sul, que ameaçam a soberania da Coreia Popular.
A China está comprometida com a desnuclearização da Península Coreana e instou as partes implicadas no aumento da tensão na região a atuar com moderação. O vice-chanceler Zhang Yesui disse nesta terça-feira (2) que a China se opõe ao pronunciamento, por qualquer parte, de “declarações provocadoras”, ou a atitudes que possam “socavar a paz e a estabilidade tanto na península como na região”.