O governo da República Popular Democrática da Coreia (RPCD) divulgou um documento, nesta segunda-feira (7), no 20º aniversário da declaração sobre a reunificação da Península Coreana, assinada em conjunto com os líderes sul-coreanos. “O norte e o sul devem colocar um fim ao temerário estado hostil e de confrontação, abrindo o caminho para a reconciliação e a unidade,” afirma o texto. O Comitê Central da Frente Democrática para a Reunificação da Pátria também emitiu uma nota a respeito.
Os presidentes da China, Xi Jinping, e da Coreia do Sul, Park Geun-hye, comprometeram-se a concluir este ano as negociações para o estabelecimento de um tratado bilateral de livre comércio, que ainda tem algumas áreas sensíveis a serem resolvidas, informou nesta sexta-feira (4) a imprensa chinesa.
O presidente chinês Xi Jinping e a presidenta sul-coreana Park Geun-hye adotaram uma Declaração Conjunta entre a República Popular da China e a República da Coreia, na quinta-feira (3), em Seul, capital sul-coreana. Xi faz a sua primeira visita oficial ao país enquanto presidente da China, no âmbito dos seus reiterados apelos pela cooperação regional e pela manutenção da estabilidade, assim como pela não interferência dos Estados Unidos nas disputas entre os vizinhos asiáticos.
O presidente chinês, Xi Jinping, chegou nesta quinta-feira (3) a Seul para uma visita de Estado à Coreia do Sul. Xi descreveu as conquistas da China e da Coreia do Sul na cooperação bilateral em diversas áreas desde o estabelecimento das relações diplomáticas, há 22 anos. Na situação regional, a China tem apelado frequentemente pela estabilidade e o diálogo na Península da Coreia e instado os Estados Unidos a renunciar a uma política externa de interferência.
James Winnefeld, alto funcionário do Departamento de Defesa dos EUA (Pentágono), confirmou nesta quarta-feira (28) que o Exército estadunidense já determinou o local e vai estabelecer em breve um sistema antimíssil na Coreia do Sul. Por outro lado, o porta-voz do Ministério chinês das Relações Exteriores, Qin Gang, afirmou que existe muita incerteza na Península Coreana, e que a China não vai permitir confrontos na região.
O Ministério de Relações Exteriores da China confirmou, nesta terça-feira (27), que o chanceler Wang Yi reuniu-se com a presidenta da Coreia do Sul, Park Geun-hye, e o chanceler sul-coreano Yun Byung-se. Os representantes trocaram opiniões sobre como aprofundar as relações bilaterais e discutiram a questão da Península Coreana.
Segundo informação divulgada pelo Ministério do Comércio da China, o Acordo de Investimento entre China, Japão e Coreia do Sul entrará em vigor no sábado (17). Sendo o primeiro documento legal para promover e proteger o investimento nos três países, o acordo pretende "criar um ambiente de investimento ainda mais estável e transparente," oferecendo também uma base sólida para os três países discutirem a criação de uma zona franca.
A República Popular Democrática da Coreia (RPDC) ratificou, nesta quinta-feira (8), ante o Conselho de Segurança das Nações Unidas, o direito de se defender das ameaças dos Estados Unidos e seu destacamento bélico na vizinha Coreia do Sul.
"Os EUA são os piores violadores dos direitos humanos do mundo" é o que diz uma análise feita pela agência de notícias estatal da Coreia Popular, KCNA, e publicada na última quarta-feira (30). No artigo, intitulado "Análise de notícias sobre registros de direitos humanos pobres nos EUA", a agência enumerou diversos pontos controversos, incluindo racismo, desemprego e espionagem, para provar que os Estados Unidos são "um inferno".
A República Popular Democrática da Coreia realizou ensaios de disparos com artilharia de longo alcance, segundo a Agência Central Coreana de Notícias (KCNA, na sigla em inglês), no fim de semana. Já nesta segunda (28) e terça-feira (29), a Coreia do Sul emitiu declarações acusatórias contra a vizinha do norte, embora tenha conduzido recentemente quase dois meses de amplos exercícios militares com os Estados Unidos, contra os vários apelos por diplomacia e estabilidade na região.
O número de vítimas fatais do naufrágio do barco sul-coreano Sewol, ocorrido no dia 16 de abril, chegou nesta terça-feira (22) a 104 pessoas, enquanto as equipes de resgate ainda trabalham para encontrar 198 desaparecidos.
A porta-voz da chancelaria chinesa, Hua Chunying, afirmou nesta terça-feira (15), durante uma entrevista coletiva, que a China persiste numa posição “justa e objetiva” na situação da Península Coreana. O país opõe-se a qualquer ação que possa gerar tensão na região, incluindo manobras militares conjuntas e testes nucleares. Na semana passada, o chanceler da Rússia, Serguei Lavrov, por sua vez, instou os Estados Unidos e a Coreia do Sul a suspenderem seus exercícios de guerra na região.