As eleições presidenciais de 19 de fevereiro no Equador são algo a mais que uma simples disputa eleitoral. Em nível regional, o que está em jogo é a possibilidade do “fim do ciclo”. Se vencer a Revolução Cidadã, não haverá evidência empírica eleitoral que justifique a afirmação de que os processos de mudança no continente chegaram a um ponto final. Mas se perder, então, será difícil argumentar o contrário.
Por Alfredo Serrano Mancilla*
Neste domingo (15) a Revolução Cidadã completou dez anos de profundas transformações sociais no Equador. O sistema político implementado pelo presidente Rafael Correa em 2007 já tirou 2 milhões de pessoas da extrema pobreza, isso significa mais de 13% da população deste país com pouco mais de 15 milhões de habitantes.
Por Mariana Serafini
O presidente do Equador, Rafael Correa, afirmou nesta sexta-feira (13) que “a ordem mundial não é só injusta, é imoral”, pois “tudo é em função do mais poderoso”.
Com a promessa de construir um futuro junto ao povo, o candidato presidencial Lenín Moreno conclama à unidade nacional em apoio à Aliança País (AP) para aprofundar os programas sociais da revolução cidadã no Equador.
O Equador inaugurará o calendário eleitoral de 2017 na América Latina e Caribe: em 19 de fevereiro próximo haverá eleições presidenciais, decisivas para a região em seu conjunto pelo que ali está em jogo.
Por Juan Manuel Karg*, em CubaDebate
O respaldo a chapa presidencial Lenín Moreno-Jorge Glas, proposta pelo partido governista Movimento Aliança País (AP) às eleições de 2017 no Equador cresceu com a adesão de organizações sociais à candidatura.
Os últimos dias testemunharam uma visita frutífera do presidente chinês Xi Jinping ao Equador, a primeira de um líder chinês ao país latino-americano em 36 anos.
O Equador admitiu que “restringiu temporariamente” uma parte do sistema de comunicações da sua Embaixada no Reino Unido, onde há quatro anos está refugiado o ativista Julian Assange, fundador do Wikileaks.
O governo equatoriano reafirmou oficialmente, nesta segunda-feira (10), seu compromisso em trabalhar em defesa da paz na Colômbia. O motivo do anúncio foi o início da fase pública de diálogo entre o governo e o Exército de Libertação Nacional (ELN), uma insurgência menor, mas não menos importante que as Farc (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo).
Os maiores grupos políticos do Equador já definiram os seus candidatos para a eleição presidencial de 2017, faltando inscrever apenas os postulantes às vagas na Assembleia unicameral. Para o cargo principal, três nomes: Guillermo Lasso, Cynthia Viteri e o general Paco Moncayo, são as principais apostas de uma oposição que não consolida a unidade.
Por Eloy Oswaldo Proaño*
Começou nesta quinta-feira (29) o 3º Encontro Progressista Latino-Americano (Elap) em Quito, no Equador. O presidente do país, Rafael Correa, convocou os líderes políticos a defenderem a democracia e estarem atentos para as ameaças externas.
O tucano José Serra, que ocupação o Ministério das Relações Exteriores do governo Temer, disse em entrevista concedida ao El Pais, que a oposição na da Bolívia, de Evo Morales, e do Equador, de Rafael Correa, deveriam fazer como eles no Brasil: dar um golpe.