A assunto veio à tona nesta quinta-feira, mesmo dia em que o presidente incitou empresários a jogarem pesado contra os governadores. “É guerra!”, enfatizou
Desempenho pessoal do presidente, desgastado com a condução irresponsável da crise do coronavírus, atinge um índice de rejeição ainda maior: 55,4%
Flavio Dino ironizou o decreto que amplia as atividades essenciais: “O próximo decreto de Bolsonaro vai determinar que passeio de jetski é atividade essencial?”, disse, referindo-se ao programa do presidente pelo Lago Paranoá.
As mudanças nas regras de divisão do pacote de socorro aos estados e municípios, aprovado no sábado (2) no Senado, gerou insatisfação de prefeitos e governadores, que agora lutam para reverter as perdas e regras da distribuição na Câmara.
Na terça-feira (28), ao ser questionado sobre o número de mortes, ele disse “E daí? Lamento. Quer que eu faça o quê? Eu sou Messias, mas não faço milagre.”
Nesta quarta-feira (29), o presidente tentou minimizar sua fala e levou uma tropa de choque para bater boca com jornalistas em frente ao Palácio do Alvorada
As manifestações pedindo intervenção militar e o fechamento do Congresso Nacional, registradas neste domingo (19), e que contou com a presença do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em Brasília, gerou repercussão.
“A imediata aprovação do referido projeto constitui, assim, forma eficiente de evitar uma perturbação generalizada e salvar numerosas vidas”
Segundo reportagem da Folha de S.Paulo as articulações de Rodrigo Maia e dos governadores consiste em derrotar a estratégia do ministro da Economia, Paulo Guedes, de aprovar um pacote mais enxuto de socorro aos estados.
Idealizado pela Comissão Arns, o documento propõe a formação de “uma ampla aliança”, unindo “forças para clamar pela união de toda sociedade brasileira”
Em artigo, governador fala em como o estado está avançando na viabilização da infraestrutura necessária para enfrentar a crise provocada pelo coronavírus
Em entrevista à Jovem Pan nesta quinta-feira (2), Bolsonaro disse que está faltando “humildade” ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta