Milhares de haitianos pediram nesta segunda-feira (18) nas ruas de Porto Príncipe a renúncia do presidente Michel Martelly e reivindicaram melhores condições de vida no país caribenho, o mais pobre da América.
Enquanto as penúrias sociais afetam mais, em geral, aqueles que têm menos, na Venezuela parece ser o contrário. Aqui, quanto mais elevada a posição na hierarquia social e mais prateleiras de supermercado se frequenta, menos acesso se tem a produtos de primeira necessidade.
Por Anne Vigna*, no Le Monde Diplomatique
O presidente do Uruguai, José Mujica, anunciou nesta sexta-feira (15) que retirará 200 dos 940 soldados do país que fazem parte da Missão de Paz da ONU no Haiti (Minustah). Chefiada pelo Brasil, a missão começou em 2003, após um forte período de crise política.
O Ministério das Relações Exteriores lamentou, por meio de nota, a morte do soldado do Batalhão de Infantaria de Força de Paz do Haiti Geraldo Barbosa Luiz, na madrugada deste sábado (1º/11), em Porto Príncipe. Será instaurado um inquérito policial militar para apurar as circunstâncias do fato.
A Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) debaterá na próxima quinta-feira (31) as condições precárias em que se encontram os imigrantes haitianos no abrigo de Brasileia, no Acre.
Cerca de 45 mil famílias sofrem as consequências do terremoto ocorrido nesse país, em janeiro de 2010, uma vez que ainda permanecem afastadas de seus lares, segundo destaca um relatório da Organização Internacional para os Migrantes (OIM), publicado na Suíça.
Mesmo contrariando as reivindicações dos movimentos sociais haitianos de retirada das tropas militares estrangeiras, o Conselho de Segurança da ONU votou de forma unânime decidiu pela a prorrogação da presença da Missão das Nações para a Estabilização do Haiti (Minustah) no país. Apesar de reduzir o contingente de soldados, a Minustah continuará operando até 15 de outubro de 2014.
Segundo informaram as agências de notícias nesta quarta-feira (9), advogados de direitos humanos que representam vítimas de uma epidemia de cólera no Haiti, cujo início foi atribuído a tropas de paz da Organização das Nações Unidas (ONU), anunciaram a abertura de um processo judicial em Nova York no qual pleiteiam uma indenização da ONU.
Autoridades da República Dominicana e do Haiti desmantelaram uma rede de tráfico de mulheres, várias delas menores de idade, com operações entre ambos países, informaram nesta segunda-feira (7) veículos de imprensa.
Três anos depois do terremoto que devastou o Haiti, milhares de haitianos ainda continuam sem ter onde morar. O tema "Lutar pela moradia adequada é lutar pela vida” não poderia ser mais propício para ser abordado no Dia Mundial da Habitação, celebrado no próximo dia 7 de outubro.
Milhares de manifestantes saíram, nesta segunda-feira (30), às ruas de Porto Príncipe para protestar contra as políticas do presidente Michel Martelly e para exigir a realização de eleições para este ano. Partidários do ex-presidente Jean Bertrand Aristide, destituído após um golpe de Estado, também saíram às ruas para lembrar o 22º aniversário do golpe.
O governo do Acre está preocupado com o aumento no fluxo migratório de haitianos que entram no Brasil de forma irregular pela fronteira do Acre com a Bolívia e com o Peru, especialmente pelo município de Brasileia (AC).