A Comissão Interamericana de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA) debaterá na próxima quinta-feira (31) as condições precárias em que se encontram os imigrantes haitianos no abrigo de Brasileia, no Acre.
Cerca de 45 mil famílias sofrem as consequências do terremoto ocorrido nesse país, em janeiro de 2010, uma vez que ainda permanecem afastadas de seus lares, segundo destaca um relatório da Organização Internacional para os Migrantes (OIM), publicado na Suíça.
Mesmo contrariando as reivindicações dos movimentos sociais haitianos de retirada das tropas militares estrangeiras, o Conselho de Segurança da ONU votou de forma unânime decidiu pela a prorrogação da presença da Missão das Nações para a Estabilização do Haiti (Minustah) no país. Apesar de reduzir o contingente de soldados, a Minustah continuará operando até 15 de outubro de 2014.
Segundo informaram as agências de notícias nesta quarta-feira (9), advogados de direitos humanos que representam vítimas de uma epidemia de cólera no Haiti, cujo início foi atribuído a tropas de paz da Organização das Nações Unidas (ONU), anunciaram a abertura de um processo judicial em Nova York no qual pleiteiam uma indenização da ONU.
Autoridades da República Dominicana e do Haiti desmantelaram uma rede de tráfico de mulheres, várias delas menores de idade, com operações entre ambos países, informaram nesta segunda-feira (7) veículos de imprensa.
Três anos depois do terremoto que devastou o Haiti, milhares de haitianos ainda continuam sem ter onde morar. O tema "Lutar pela moradia adequada é lutar pela vida” não poderia ser mais propício para ser abordado no Dia Mundial da Habitação, celebrado no próximo dia 7 de outubro.
Milhares de manifestantes saíram, nesta segunda-feira (30), às ruas de Porto Príncipe para protestar contra as políticas do presidente Michel Martelly e para exigir a realização de eleições para este ano. Partidários do ex-presidente Jean Bertrand Aristide, destituído após um golpe de Estado, também saíram às ruas para lembrar o 22º aniversário do golpe.
O governo do Acre está preocupado com o aumento no fluxo migratório de haitianos que entram no Brasil de forma irregular pela fronteira do Acre com a Bolívia e com o Peru, especialmente pelo município de Brasileia (AC).
O município de Brasiléia (AC) continua sendo porta de entrada para dezenas de haitianos que diariamente imigram de forma irregular para o Brasil. O terremoto e a epidemia de cólera que assolaram o país caribenho em 2010 intensificaram os fluxos. Hoje, cerca de vinte pessoas chegam ao Acre todo dia.
Por Guilherme Almeida, no Brasil de Fato
O governo do Haiti informou à Comissão Europeia, órgão político e econômico da União Europeia (formada por 28 nações), que o país progrediu em decorrência da aplicação dos recursos remetidos para ajudar a população. O Haiti já recebeu 85% dos 522 milhões de euros disponibilizados há três anos. Em janeiro de 2010, houve no Haiti o pior terremoto da história recente do país, registrando 7 graus na escala Richter.
O governo do Haiti informou à Comissão Europeia, órgão político e econômico da União Europeia (formada por 28 nações), que o país progrediu em decorrência da aplicação dos recursos remetidos para ajudar a população. O Haiti já recebeu 85% dos 522 milhões de euros disponibilizados há três anos. Em janeiro de 2010, houve no Haiti o pior terremoto da história recente do país, registrando 7 graus na escala Richter.
Resultados de um estudo preliminar, apresentado nesta terça-feira (3) pela Organização Internacional para as Migrações (OIM), confirmam a existência de redes de tráfico de haitianos que procuram chegar ao Brasil. Eles desembarcam em Quito, no Equador, procedentes de voos do Panamá.