Organizações sociais no Haiti denunciam a falta de empenho do governo de Michel Martelly em convocar eleições para o senado, municipal e local . A convocação deveria ter ocorrido ainda em 2011. “O mês de janeiro não foi de repouso na vida política e social haitiana. O governo não conseguiu marcar uma data para a organização das eleições”, denunciou o boletim “Travayè é Péyizan da Aliança dos Trabalhadores e Camponeses do Caribe.
Violações sexuais nas ruas pelos soldados dominicanos, pelos homens nos mercados públicos e, principalmente pelas autoridades judiciais. Assim vivem as haitianas que moram na fronteira com a República Dominicana.
O pobre distrito de Bel-Air, em Porto Príncipe, Haiti, acaba de reinaugurar a escola primária Fabre Geffrard. Destruída pelo terremoto de 12 de janeiro de 2010, a unidade foi reerguida com apoio da Missão das Nações Unidas para a Estabilização no Haiti (Minustah) e tem agora seis salas de aula espaçosas, escritórios, cozinha, área de lazer, cafeteria e banheiros.
Em 2014, completam-se dez anos de presença da Missão de Paz das Nações Unidas no Haiti e quatro anos do terremoto que devastou e agravou a frágil situação deste que é o país mais pobre da América Latina.
Por Luiz Inácio Lula da Silva*, no El País
A Marinha da República Dominicana anunciou esta semana na imprensa local que foram presas nos dois primeiros meses do ano, 282 pessoas tentando viajar ilegalmente para a Ilha Boriquen, onde fica Porto Rico.
León Delanoi, coordenador da Comissão de Justiça e Paz da Conferência Dominicana de Religiosos (Condor) apela para que o presidente Danilo Medina restitua a nacionalidade ao dominicanos descendentes de haitianos. Na tarde de ontem, Delanoi comandou uma marcha com centenas de pessoas em frente ao Palácio Nacional da República Dominicana.
Em 2014, completam-se dez anos de presença da Missão de Paz das Nações Unidas no Haiti e quatro anos do terremoto que devastou e agravou a frágil situação deste que é o país mais pobre da América Latina.
Por Luiz Inácio Lula da Silva*
Pessoas nas ruas, sem condições de trabalho, expulsas de suas terras e sem nenhum atendimento às necessidades básicas de um ser humano. Essa situação é resultado de uma política de desapropriação de terras do governo haitiano. As pessoas expulsas de suas terras ficam a mercê da própria sorte, contando apenas com a indiferença das autoridades competentes.
No marco da 2ª Cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac), que acontece em Cuba até esta quarta-feira (29), os presidentes da região reiteraram seu chamado para a união e integração comercial.
“A Celac é o espaço que todos precisávamos. No Haiti a fome, a pobreza e as desigualdades nos impede de progredir, mas sabemos das possibilidades que temos na agropecuária e através da Celac encontramos pessoas que estão interessadas em nos apoiar e alguns fundos necessários para investir nestas áreas”, declarou o presidente do Haiti, Michel Martelly em entrevista ao jornal Granma nesta terça-feira (28).
O nome de Toussaint Louverture (1743-1803), líder dos escravos haitianos e descendente de um rei africano, aterrorizava os fazendeiros e autoridades coloniais de Cuba, muitos anos depois de sua morte.
Por Marta Denis Valle * na Prensa Latina
Uma equipe interministerial formada pelas pastas de Defesa, Desenvolvimento Social, Direitos Humanos, Justiça, Trabalho e o Itamaraty irá apresentar ao governo do Acre uma proposta de cooperação para melhorar as condições de entrada e estadia dos refugiados haitianos que estão chegando em número cada vez maior em Brasileia, município onde há um abrigo destinado aos imigrantes que chegam pela fronteira com o Peru.
Por Diego Sartorato, da Rede Brasil Atual