Em Brasília, ministras de Estado e a primeira-dama Janja participaram dos protestos e reivindicaram ações concretas para barrar a onda de violência contra as mulheres
Em meio ao avanço da violência de gênero, movimentos feministas convocam atos nacionais neste domingo (7) para exigir proteção, justiça e ação imediata do poder público; confira agenda
Um dos avanços de maior repercussão foi a Lei nº 14.611/2023, que estabeleceu a obrigatoriedade de igualdade salarial entre mulheres e homens
Evento na Cidade do México teve a presença de 200 mulheres, entre elas as brasileiras Daiana Santos, deputada federal do PCdoB-RS, e a jornalista Manuela d’Ávila
É possível identificar o aumento do número de mulheres que sofreram violência sexual em 2021. Ao todo foram mais de 52 mil ocorrências, sendo uma mulher estuprada a cada 10 minutos
Combater a violência, reconhecer o trabalho doméstico e um Ministério da Igualdade são propostas do governo do Pacto Histórico.
Como a situação se deteriorou no desgoverno de Jair Bolsonaro, as mulheres promovem a manifestação “Bolsonaro Nunca Mais”, no sábado (4 de dezembro) para reafirmar “a luta das mulheres por igualdade de direitos para todas as pessoas”
“Apenas reconhecendo as condições socioeconômicas que separam as mulheres e impedem muitas delas de acessar direitos básicos é que podemos construir um feminismo para todas”.
O Conselho Estadual da (Conem) realizou, na segunda-feira, a posse da nova gestão do Conselho Estadual da Mulher. O evento aconteceu às 11 horas e contou com a participação do governador José Eliton, da primeira-dama Fabrina Müller e do secretário Murilo Mendonça, da Secretaria Cidadã.
A violência toma conta do Brasil. No ano passado 61 mil pessoas foram assassinadas, a maioria constituída de jovens negros. No dia 14 de março foi executada a vereadora Marielle Franco, do Rio de Janeiro, elevando o patamar da barbárie.
O Portal Vermelho relembra uma das raríssimas aparições na TV da escritora e pensadora Simone de Beauvoir, de 1975. Simone, que jogou um papel histórico na evolução das ideias, reflete sobre suas teses 25 anos após o lançamento da sua obra O segundo sexo. Na entrevista, ela explica sua célebre frase: N“inguém nasce mulher: torna-se mulher”. “Ser mulher não é um dado natural, mas o resultado de uma história. Foi uma história que a fez”, esclarece. Assista a íntegra abaixo:
"Se nosso trabalho não vale, produzam sem nós". Cecilia Palmeiro, uma das porta-vozes de "Ni Una Menos", resume assim por que o grupo de mulheres convoca no próximo 8 de março uma greve nacional feminina na Argentina. Eles não serão as únicas a se levantar e deixar seus postos de trabalho voluntariamente para "protestar contra o feminicídio, a exploração no trabalho/econômica e a desumanização e desierarquização das mulheres".