Assim como em 1918, durante a pandemia da gripe espanhola, Belo Horizonte vem conseguindo manter baixos índices de contaminação ou mortes provocadas pelo coronavírus, se forem considerados os números de outras capitais. O fenômeno ocorre, principalmente, devido à adesão da população às recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) mas, sem dúvida, para que isso ocorra pesou o pulso firme do prefeito Alexandre Kalil (PSD), que não poupou peitar aqueles que se colocaram contra as medidas adotadas, como foi o caso dos bolsonaristas.
A ativista Dolores Arce, ex-diretora-executiva do Centro de Produções Radiofônicas da Bolívia (Cepra) e ex-chefe das Rádios dos Povos Originários (RPOs) – vinculadas ao Ministério da Comunicação – e operadas por organizações sociais e comunidades, denunciou que em seu país “a pandemia foi aproveitada para fazer negociatas com valores superfaturados”.
Jornal britânico destacou o #EstamosJuntos, movimento criado para proteger a democracia brasileira, em meio ao crescente autoritarismo do presidente
Governador do Maranhão, Flávio Dino, foi o primeiro a decretar lockdown no Brasil. Em entrevista, ele comemora o resultado e diz que, perante atitudes antidemocráticas do governo Bolsonaro, é necessário se unir.
Verônica Martinelli usa linguagem acessível e muita simpatia para falar sobre inseguranças, violência doméstica, economia e adaptação de rotina no período de isolamento social.
Precisamos agir com união, coragem e respeito à vida humana, como princípios indissociáveis na luta pela democracia.
As mulheres são impactadas principalmente por estarem ligadas ao trabalho doméstico e serviços de beleza. Já o trabalho informal atinge mais negros e pardos do que brancos.
O brasileiro que combateu a fome no Brasil e no mundo, reflete sobre a desigualdade e a fome em tempos de pandemia.
Com os novos dados, o Chile se aproxima das mil mortes durante a pandemia (já foram contabilizadas 944). Pouco mais de 90 mil chilenos já testaram positivo para a enfermidade.
Com 1.124 mortes confirmadas entre ontem e hoje, o Brasil atingiu a marca de 27.878 óbitos pelo novo coronavírus e tornou-se o quinto país com mais vítimas pela doença em todo o mundo, ultrapassando a Espanha no total de mortes (27.121 óbitos).
Muitas são as lições das pandemias. Somente um estado e sistemas de saúde fortes conseguem dar respostas mais adequadas a um impacto como a Covid-19.
Segundo Marco Rocha, da Unicamp, segundo semestre de 2019 já apresentava indicadores que apontavam para desaceleração.