“Dessa forma, não há descontinuidade no planejamento educacional no Brasil, sobretudo nas diretrizes, metas e estratégias”, explica a prorrogação a deputada Alice Portugal (PCdoB-BA)
Conferência Nacional de Educação será a base para o Plano Nacional de Educação; Conae foi convocada, em caráter extraordinário, por decreto presidencial
Educadora explica que, desde o governo golpista de Michel Temer, o Fórum Nacional da Educação vem sofrendo um desmonte, que favoreceu o descumprimento de 65% das metas do PNE
Maior oferta de creches favoreceria o desenvolvimento da criança e a segurança para as mães. UBM diz que que toda a sociedade deve se responsabilizar.
Volta de Lula à Presidência da República é vista por entidades com um ponto de virada para a educação
Candidato a deputado federal pelo PCdoB-GO,, professor Railton em entrevista exclusiva, criticou o governo Bolsonaro que tem projeto de desmonte da educação. Ele defendeu a educação como política de Estado e a retomada do Plano Nacional de Educação (PNE).
Em conversa com a Revista Fórum, o coordenador-geral da Confederação Nacional dos Trabalhadores de Ensino afirma que a educação brasileira está sendo desmontada por causa de “um falso moralismo cristão e fundamentalista”.
Divulgado nesta terça-feira (25), o Anuário Brasileiro da Educação Básica 2019, da ONG Todos Pela Educação, em parceria com a Editora Moderna, traz dados estarrecedores sobre a desvalorização do magistério e degradação das escolas no país.
Por Marcos Aurélio Ruy
O coordenador-geral da Contee, Gilson Reis, denunciou, no Seminário Nacional 3 anos do Plano Nacional de Educação (PNE), na Câmara dos Deputados, que o golpe liderado por Michel Temer (PMDB) e que depôs a presidenta Dilma Rousseff “é contra o povo e tem como um de seus centros de ataques à educação, aos direitos sociais e ao projeto nacional de desenvolvimento”. Ao final do encontro, ficou decidido que em 2018 será realizado mais um Seminário, continuando a avaliação do PNE.
O Portal Vermelho lança uma série de entrevistas onde analisa os impactos da Reforma do Ensino Médio na vida do brasileiro. Esmiuçando o caráter nocivo da Medida Provisória (MP), o coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, Daniel Cara faz um balanço sobre as políticas educacionais do governo Temer e afirma que, sem o apoio da comunidade escolar e a falta de recursos que se avizinha com a PEC 55, a proposta de reforma poderá ficar no papel.
Por Laís Gouveia
O presidente golpista Michel Temer assina neste fim de semana uma medida provisória que reforma o ensino médio. Pela MP a carga horária do ano letivo passa para 1.400 horas anuais, atualmente são 800 horas.
Metas e estratégias do Plano Nacional de Educação (PNE), previstas para serem cumpridas até 24 de junho, estão em risco, segundo avaliação de entidades ligadas à educação. O financiamento é um dos principais entraves. A falta de recursos em ano de restrição orçamentária pode prejudicar a inclusão de crianças e jovens na escola, além de inviabilizar o aumento do investimento por estudante, uma das estratégias previstas na lei.