Por Wellington Duarte*
As manifestações juvenis e populares que se ampliam e se estendem por todo país têm um motivo – uma causa social. Para o PCdoB a questão democrática se entrelaça com a questão social. Por isso, para o avanço democrático é precioso e auspicioso conhecer através de largas manifestações – por serem mais autênticas – o que clama e atormenta parcelas significativas do nosso povo.
Por Renato Rabelo*
Após reunir cerca de 8 mil pessoas na região do Iguatemi, na última segunda-feira (17/6), o movimento que ficou conhecido no Brasil como Passe Livre prepara uma nova manifestação na capital baiana, na próxima quinta-feira (20). Dessa vez, o encontro será no Campo Grande, no Centro de Salvador, a partir das 14h, com destino à Arena Fonte Nova.
Em protesto pela demarcação de terras no Ceará, um grupo de índios de seis etnias, principalmente Tapeba, mantém interditado, desde a manhã de segunda-feira (17), um trecho da BR-222, no município de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), aproximadamente 200 índios ocupam os dois sentidos da rodovia, que liga o estado do Ceará ao Piauí, na altura do km 17.
Em protesto pela demarcação de terras no Ceará, um grupo de índios de seis etnias, principalmente Tapeba, mantém interditado, desde a manhã desta segunda-feira (17), um trecho da BR-222, no município de Caucaia, região metropolitana de Fortaleza. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), aproximadamente 200 índios ocupam os dois sentidos da rodovia, que liga o estado do Ceará ao Piauí, na altura do km 17.
No próximo dia 28 de junho, véspera da data em que os assassinatos de Catarina Galindo e Paulo Colombiano completam três anos, familiares, amigos e trabalhadores fazem nova manifestação. O ato será em frente ao Fórum Ruy Barbosa, a partir das 10h.
Em meio aos protestos contra o aumento das passagens do transporte coletivo em algumas capitais do país, uma notícia mostra que a mobilização nas ruas dos estudantes pode, sim, mudar o cenário de desrespeito aos usuários de ônibus e metrô. Em Manaus, as tarifas foram reduzidas. e Goiânia, o preço anterior de R$ 2,70 voltou a valer desde estA quinta-feira (13).
A polícia militarizada do Chile (Carabineros) reprimiu, nesta quinta-feira (13), com jatos d'água e bombas de gás lacrimogênio a manifestação dos estudantes da educação secundária e universitária que pedem uma educação gratuita e de qualidade, além de exigir respeito às organizações estudantis que são atacadas constantemente pelo Estado.
O Teatro Municipal de São Paulo, na praça Ramos de Azevedo (região central de São Paulo) foi evacuado por volta das 15 horas desta quinta-feira (13) para ser ocupado pelo batalhão da Polícia Militar, que já está no local por causa da manifestação contra o aumento do transporte coletivo, marcada para as 17 horas de hoje em frente ao local.
Pedro Ribeiro Nogueira, 27 anos, repórter do Portal Aprendiz, foi preso exercendo sua função durante o protesto contra aumento da passagem, na terça-feira (11). Até o fechamento desta matéria, ele permanecia preso no 2ª DP, juntamente com 12 pessoas, acusadas de danos ao patrimônio e formação de quadrilha, que não prevê fiança. Um vídeo, feito por um cinegrafista amador, com imagens de Pedro sendo espancado e preso circula pela internet.
Em resposta à critica desmedida feita pelo colunista conservador da Revista Veja, Reinaldo Azevedo, a Alquimídia divulgou nota afirmando sua "perplexidade" diante de uma afirmação, feita de forma leviana, sem ao menos exercer a função básica do jornalismo, que é a de investigar. O colunista, que dispara para todos os lados, acusa a Alquimídia e seu diretor, Thiago Skárnio, de patrocionar o Movimento Passe Livre com recursos da Petrobras. Fato que é desmentido em nota.
Treze manifestantes presos, dezenas de feridos, a maior parte deles trabalhadores e estudantes, e equipamentos públicos depredados. Esse é o saldo do maior protesto registrado na capital paulista contra o aumento da tarifa do sistema de transporte público, ocorrido na noite de terça-feira (11). Tanto a Prefeitura quanto o movimento que organizou o ato defendem o diálogo entre as partes. O movimento reconhece que houve descontrole, mas atribui a revolta popular à ação violenta da polícia.