Mais de 100 pessoas foram detidas na cidade de Salônica quando a polícia grega reprimiu protestos populares contra as políticas de arrocho anunciadas pelo governo.
O conflito entre estudantes e o governo chileno, que já dura quatro meses, chegou a um impasse. Alunos do ensino médio e superior rejeitaram a proposta do presidente Sebastián Piñera de passar as próximas semanas discutindo a educação. Depois de 11 horas de reuniões e manifestações em todo o país, eles decidiram apresentar na próxima segunda-feira (12) uma proposta alternativa. Querem o diálogo, mas sob certas condições.
A semana começou agitada em Teresina (PI), onde estudantes protestaram por cinco dias seguidos e conseguiram a suspensão do aumento da passagem de ônibus. Na quarta-feira (31/08), estudantes liderados pela UNE e pela Ubes lavaram a sede do Banco Central, em Brasília, contra o aumentos dos juros e em defesa de 10% do PIB para a educação. Nesta sexta-feira (2/09) foi a vez dos professores paulistas protestarem em frente a secretaria estadual de educação contra o parcelamento do reajuste salarial.
A esperada reunião entre o governo chileno e movimentos estudantis programada para esta terça-feira (30), foi adiado. O objetivo do encontro era tentar definir um plano de ação que prevê investimentos e mudanças no setor e colocar um ponto final nos protestos organizados pelos estudantes, que já duram três meses e mobilizaram todo o país.
A greve de fome dos estudantes secundaristas chilenos, que terminou na noite da última quarta-feira (24), não foi o último capítulo da crise educacional que mobiliza o país há meses. No dia seguinte, o ministro de Saúde, Jaime Mañalich, declarou que cinco dos seis grevistas haviam engordado, e qualificou a greve como uma "farsa".
O presidente do Chile, Sebastián Piñera, reúne nesta terça-feira (30) representantes dos estudantes para negociar o fim da série de protestos, que dura três meses no país. A ideia é definir um plano de ação que prevê investimentos e mudanças na educação. Ontem, Piñera determinou a demissão do chefe da Polícia da área de Santiago, Sergio Gajardo.
Uma manifestação este domingo (28) à noite reuniu cerca de 4 mil pessoas que protestaram contra a violência causada por grupos criminosos no México. Os manifestantes se concentraram em frente ao palácio do governo do estado de Nuevo León, exigindo a renúncia do governador Rodrigo Medina. No último dia 25, um atentado ao Cassino Royale, em Monterrey, no Norte do México, deixou 52 mortos.
Depois que um estudante foi morto à bala durante protesto em Santiago, no Chile, o governo e os líderes estudantis iniciaram a busca por um acordo para encerrar a série de manifestações que ocorre há três meses no país. O presidente chileno, Sebastián Piñera, pediu o empenho de todos para “não agravar o problema”. O diálogo será retomado nesta terça-feira (30).
Um jovem de 16 anos baleado durante os protestos que marcaram a paralisação geral realizada no Chile nos últimos dois dias. Manuel Gutiérrez Reinoso se tornou a primeira vítima dos confrontos entre manifestantes e policiais que vêm se enfrentando há três meses no país.
Milhares de pessoas participaram passeatas nesta quinta-feira (25) em quatro pontos de Santiago para se reunirem em uma grande manifestação no centro da cidade, no segundo dia de uma greve nacional de 48 horas, convocada por uma central sindical e apoiada por estudantes e professores.
Cerca 40 estudantes do ensino médio completaram nesta terça-feira (16) um mês de greve de fome, em meio a uma série de manifestações que ocorrem há meses no país para protestar contra o descaso em relação ao sistema educacional. Em mais um dia de protestos, estudantes cobram do presidente Sebastián Piñera mais investimentos e garantias da adoção de um sistema público de ensino superior.