O Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) produziu um vídeo, com Antônio Augusto de Queiroz (Toninho), diretor de Documentação da entidade, expondo os quatro pontos mais prejudiciais do projeto de lei que regulamenta a terceirização.
O melhor método de formar uma opinião sobre as terceirizações é conversar com funcionários terceirizados. Fiz isso na unidade em que eu trabalho na UFRJ.
Por Leonardo Mendes*, ao Diário do Centro do Mundo
A luta que temos à frente contra o projeto da terceirização é gigante. CUT e Dieese mostram que ela precariza as condições de trabalho. O mercado de óleo e gás nacional confirma: terceirizar é cortar benefícios, explorar a carga de trabalho e ceifar vidas.
Por Tadeu Porto*, no Brasil Debate
Manifestação convocada pelas Centrais Sindicais contra a PL 4330 na Avenida Paulista, em frente a FIESP.
O projeto de lei 4330 que trata da terceirização, aprovado pelo pleno da Câmara dos Deputados na semana passada, pode ter outro desfecho no Senado, foi o que alertou o presidente da Casa, Renan Calheiros, nesta quarta-feira (15) em entrevista ao Brasil247. "Qualquer projeto que ameace os direitos sociais ou represente retrocesso nas relações de trabalho enfrentará grandes dificuldades no Senado. Aqui não passará", enfatizou Renan.
A retirada do Projeto de Lei 4330 da pauta de votações da última quarta-feira (15/04), na Câmara dos Deputados é uma vitória dos trabalhadores brasileiros, que realizaram manifestações ao longo do dia em todo o País, repudiando o projeto e reivindicando manutenção dos direitos trabalhistas.
Por *Emmanuel Furtado
Pressionada pela população – que hoje se mobilizou em todo o país contra a liberação da terceirização – e pela ação dos parlamentares do PCdoB, PT e PSOL, principalmente, a Câmara dos deputados aprovou um requerimento para tirar o projeto 4430 da pauta e adiou para a próxima quarta-feira, dia 22, a votação dos destaques.
Trabalhadores do Brasil inteiro paralisaram as atividades nesta quarta-feira (15) para manifestar indignação e rechaço contra a lei que regulamenta a terceirização irrestrita do trabalho. Na capital paulista as centrais sindicais e os movimentos sociais fizeram dois grandes atos: um na Avenida Paulista e outro no Largo da Batata. Os milhares de manifestantes marcharam pela avenida Rebouças, rumo ao centro da capital, para fundir as duas manifestações.
A cidade de Salvador amanheceu diferente nesta quarta-feira (15), e não foi por causa da chuva. Ônibus nas garagens, agências bancárias e lojas fechadas, funcionários da limpeza e da educação, entre outras categorias, parados. O clima foi reflexo da união dos trabalhadores contra o PL 4330, que versa sobre a Terceirização – aprovado na Câmara dos Deputados semana passada – , em mais um Dia Nacional de Luta convocado pelas centrais sindicais.
O dia 8 de abril deve entrar para a história brasileira como um marco na legislação sobre trabalho. Foi aprovado – no Congresso Nacional mais conservador do período democrático – o Projeto de Lei 4330, que regulamenta a prática da terceirização do trabalho tanto para as atividades meio (como limpeza e segurança) como para as atividades fins (que compreendem a finalidade dos servidos prestados pelas empresas).
Por Juliane Furno*, na Carta Maior
Cerca de 8 mil pessoas participaram do ato político na capital cearense.