No rescaldo de quarta-feira, quando o Ministério da Economia precisou desmentir rumores de que Guedes pediria demissão após a fritura do chefe, análises colocam em relevo o apuro em que o presidente se meteu.
Um fato que vem marcando a educação brasileira, desde o tempo da colônia, é a histórica resistência dos nossos dirigentes à manutenção e desenvolvimento da educação. Indo na contramão do entendimento de que a educação se constitui num investimento de alto retorno.
O documento é uma iniciativa da ABED – Associação Brasileira de Economistas pela Democracia e exige também um pacto social mais harmônico uma reforma tributária progressiva.
Uma das primeiras medidas aprovadas no governo de Michel Temer, o teto de gastos limita os gastos públicos até 2036.
Sob pressão para abrir o cofre, Guedes ganhou nova sobrevida no início da semana, quando Bolsonaro disse que sua saída “nunca foi cogitada”. Mas está fragilizado por tantas garantias de permanência.
Neste sábado (15), a presidente nacional do PCdoB, Luciana Santos, fez uma análise de conjuntura durante o Encontro Nacional de Comunicação do Partido, em que constatou o papel decisivo da comunicação, das redes sociais e da própria televisão nesta “atípica, singular e única” eleição de 2020, que encontra-se em fase final de pré-campanha.
O custo do pagamento do auxílio emergencial é de R$ 50 bilhões mensais. Para se ter uma ideia, o custo do Bolsa Família é de R$ 32 bilhões ao ano, o que dá cerca de R$ 2,5 bilhões ao mês.
Há várias alternativas para manter o controle de gastos sem arriscar a vida de milhões
Para deputadas do PCdoB, Brasil vai, mais uma vez, na contramão do mundo e se ajoelha ao mercado financeiro, ao reafirmar compromisso com teto de gastos
Para Guilherme Mello, da Unicamp, Paulo Guedes percebeu que não conseguirá segurar a flexibilização do teto de gastos e decidiu cobrar preço alto, exigindo o avanço de suas pautas.
Segundo Paulo Kliass, Guedes está mais fraco em disputa interna. Se tivesse entregado resultados prometidos, teria mais força para se impor a Jair Bolsonaro.
Fiasco da política econômica joga pressão sobre Guedes, já que a crise e o desemprego devem crescer neste segundo semestre