O governo do Brasil, a partir de uma visão de enxugamento do Estado que vem sendo abandonada em todo o mundo, vê os gastos com bolsas para pesquisadores como não prioritários e assim desestrutura a ciência. Os prejuízos no pós-pandemia serão notáveis.
Relatório mostra que, de 2014 a 2019, esforço fiscal da União resultou em cortes de 28,9% em despesas discricionárias de programas sociais, deixando país fragilizado para enfrentar pandemia.
Desde que o teto de gastos foi adotado, há quatro anos, o impacto na saúde foi de R$ 30 bilhões.
Entidades denunciam a forma irresponsável como o governo federal vem tratando a pandemia do coronavírus
Despacho de Rosa Weber pede informações, no prazo de 30 dias, sobre recursos obrigatórios da União em serviços de saúde desde a implantação do Novo Regime Fiscal
Em vigor desde 2016, o teto de gastos limita os gastos públicos à inflação do ano anterior. A emenda que o instituiu, aprovada no governo Temer, tem sido criticada por retirar recursos de áreas sociais, como a saúde, educação e assistência social.
Os partido defende a solidariedade ao povo “até às últimas consequências” e a busca “alternativas para que o país supere as graves ameaças” decorrentes da propagação da Covid 19. Para o PCdoB, Bolsonaro “semeia o ódio, quando a hora é de união, firmeza e serenidade”.
Para professores do Instituto de Economia da universidade, medidas anunciadas por Paulo Guedes são “paliativas”.
Única opção para milhares de brasileiros, Sistema Único de Saúde vive disparo em atendimentos em hospitais que sofrem até com falta de sabão. Queda de investimento e aumento da demanda provocam “situação de guerra”.
O valor que está sendo aplicado na saúde é inferior ao que estaria disponível se não houvesse restrição de recursos
Diante dos casos do novo coronavírus (COVID-19) no Brasil, o Conselho propõe a revogação da restrição de recursos imposto pelo governo Michel Temer que já tirou da saúde R$ 20 bilhões
O governador do Maranhão sugeriu como medida para combater a crise e a pandemia do coronavírus a suspensão do teto de gastos para a saúde e obras públicas