A esquerda bem informada
A esquerda bem informada

Elder Vieira

Escritor, gestor público e comunista desde 1983. É autor de Tragédia Paulistana, Os Anos Verdes de Lindaura – Crônicas e Histórias Curtas, e A Ponte no Tempo.
Uma boa tática precisa de um alvo

Semana passada, publicou-se aqui neste espaço artigo de minha lavra — “Unir o Brasil contra as forças do atraso”. Retomo o mote para melhor desenvolvê-lo. Por Elder Vieira

Unir o Brasil contra as forças do atraso

“É preciso unir os trabalhadores e o movimento social, e ampliar ainda mais a frente política para além do espectro de aliança vigente”

Pauta eleita

“A onda tá boa, favorável. Mas que ninguém se iluda: nada está ganho”

E dá-lhe, Frente Ampla!

Fecha-se o cerco, como dissemos. Mas a partida não está ganha. Se há muito o que comemorar, há ainda muito com que se preocupar

Golpe, eleição e povo na rua

Devemos todos os que defendemos o Brasil, a liberdade e a justiça social fazer uma grande campanha de massas, usando-a como instrumento, a um tempo, para a conquista do voto e para impedir golpes contra a democracia

O mundo do livro nas eleições

O melhor é avançar apontamentos que possam compor uma plataforma mudancista, democrática e mesmo patriótica para o Brasil e serem aproveitados nestas eleições

Militância, voto e acumulação de forças

Certa está a liderança que disse vir o partido à frente do movimento. E, por certo, disse isso por entender a diferença de papéis de um e de outro

Eleições e ação militante

Há, portanto, relação estreita entre luta pela conquista de espaços institucionais no regime liberal burguês e luta de massas por direitos sociais e políticos

Eleições, comunistas e lutas sociais

Estamos na urgência de compreender que é necessário politizar as lutas sociais

Os comunistas e as eleições

Estamos a tratar de acumulação de forças no campo do proletariado e da construção da hegemonia política de seu partido, tanto na classe, como em amplos setores da sociedade

Cultura nas eleições de 2022

Ocorre que cultura, se não é entendida como eixo irrecusável do desenvolvimento nacional, vira enfeite

O reformismo entre nós

Desatar esse nó é derrotar o imperialismo e seus sócios internos: o latifúndio multicentenário e a oligarquia financeira parasitária

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