Conheça projetos de lei em tramitação no Congresso Nacional que ameaçam direitos das mulheres, impõem retrocessos e inibem o amplo debate na sociedade.
“Pode ser feia ou gorda, mas não pode ser feia e gorda”, “fiu-fiu, gostosa heim?”, “Foi estuprada, mas olha a roupa que ela veste?”. Essas e outras frases opressivas são corriqueiras no cotidiano das mulheres. Para questionar o machismo presente na sociedade, uma campanha lançada nas redes nesta terça-feira (8), denuncia o quanto ainda é necessário lutar por respeito e pela igualdade de gênero.
Reafirmando as bandeiras por igualdade de gênero, mais democracia e maior participação política nos espaços de poder, as mulheres norte-rio-grandenses abriram o calendário de lutas em comemoração ao 8 de março nesta segunda-feira (7).
No Dia Internacional da Mulher, 8 de março de 2016, as brasileiras têm muito a comemorar, mas sem perder a perspectiva de continuar lutando em defesa da democracia com mais mulheres na política e nos espaços de poder e decisão, persistindo para que não haja retrocesso e nenhum direito a menos.
Por Liége Rocha*
Neste Dia Internacional da Mulher, quero relatar uma experiência que tive há muitos anos quando fui procurar meu primeiro emprego. Era 1966, recém-formada pelo Colégio Pedro II, no Rio de Janeiro. Era hora de ter carteira assinada. Desavisada sobre as armadilhas do racismo institucional, bati de porta em porta com um currículo embaixo do braço seguindo os anúncios que exigiam muitos requisitos, inclusive a tal “boa aparência”.
Por Leci Brandão*
As brasileiras chegam a mais um Dia Internacional da Mulher enfrentando grandes desafios, mas também contando com importantes conquistas. Para o deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE), este 8 de março é mais um dia de luta em defesa da emancipação e do empoderamento das mulheres, por uma sociedade de mais respeito e justiça na divisão das tarefas, das oportunidades e do reconhecimento.
Por *Eliana Gomes
O Dia Internacional da Mulher foi celebrado em sessão solene na tarde da última segunda-feira (07/03), no Plenário da Assembleia Legislativa. A solenidade atendeu a requerimento das deputadas Fernanda Pessoa (PR) e Augusta Brito (PCdoB), com subscrição dos deputados Carlos Felipe (PCdoB), Rachel Marques (PT) e George Valentim (PCdoB).
A agenda atual da Câmara dos Deputados é sinônimo de atraso, intolerância, criminalização e retrocesso. Uma agenda negativa que tem prejudicado mulheres, trabalhadores, indígenas, segmento LGBT e avança sobre o estado democrático. Neste 8 de março, as mulheres estão de prontidão: nas ruas, nos parlamentos, no local de trabalho, nas redes sociais para denunciar o golpe, lutar pelas conquistas da última década e defender a democracia.
Por Railídia Carvalho
O Partido Comunista do Brasil (PCdoB), por meio da Secretaria Nacional da Mulher, divulga nota conclamando todos a irem às ruas em defesa da democracia. A nota ressalta ainda o necessário combate à violência e à desigualdade de gênero no Brasil, trava a luta contra o conservadorismo e encaminha, como perspectiva, a ampliação da participação feminina na política, destacando as eleições municipais deste ano.
O Repórter Sindical na web desta quinta-feira (3), ao vivo, pela TV Agência Sindical, inicia uma nova série temática. Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, o programa vai focalizar a relação entre o sindicalismo e as lutas femininas.