Nesta segunda (16), o deputado Orlando Silva (PCdoB), realizou um ato simbólico de posse na Presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, reunindo centenas de lideranças sociais na Faculdade de Direito da USP para firmar um compromisso de lutas.
Os chamados detidos administrativos são mantidos com base em ‘provas secretas’ e são mantidos por períodos renováveis de seis meses.
Senadora Jahel Quiroga defende a necessidade da união de forças para derrotar Federico Gutierrez, com suas ligações com milícias.
Foram 11 votos de diferença em 175 países. Decisão teve 93 votos a favor, 24 contrários e 58 abstenções
“Para o presidente da Federação Árabe Palestina do Brasil (FEPAL), Ualid Rabah, a posição brasileira nos últimos três anos, de subordinação aos interesses de Israel, não reflete a real visão da diplomacia profissional do país para a Questão Palestina. ‘É mais uma posição de setores extremistas, que não enxergam os interesses nacionais brasileiros e que desprezam os direitos humanos, inclusive no Brasil e em outras partes do mundo’, explica”.
Ganesa-britânica, Efua Dorkenoo lutou contra a mutilação genital feminina. A ativista brasileira Marielle Franco lutou contra a violência policial nas favelas do Rio de Janeiro. A professora queniana Wangari Maathai percebeu o vínculo entre degradação ambiental e o sofrimento das mulheres. A economista Ngozi Okonjo-Iweala lutou pelo emprego das mulheres no governo da Nigéria.
Lewandowski quer que a pasta comandada por Damares retifique as notas técnicas ressaltando que a vacinação compulsória não significa vacinação ‘forçada’. “Dando ampla publicidade à retificação ora imposta.”
Conselho Nacional dos Direitos da Mulher questiona a ministra Damares Alves por estimular o uso do disque denúncia para atacar estabelecimentos que exigem comprovante de vacinação.
Ao completar vinte anos de arbitrariedades jurídicas e abusos dos direitos humanos, o presidente dos EUA, Joe Biden, diz que quer fechar a polêmica instalação em Cuba, mas os planos de expansão estão em andamento. A AlJazira relembra os fatos mais conhecidos envolvendo a infame prisão.
Em 2021 foram atendidas 42.212 mulheres em toda a capital
O boicote terminará por ser um fator a mais de revelação de contradições internas dos EUA e sua dificuldade de atuação no cenário internacional em um mundo que cada vez mais contesta suas guerras, fake news e ditames autoritários.
O imperialismo norte-americano, o maior poder assassino e corruptor da história, decidiu organizar boicotar um evento acusando a China de genocídio contra o povo uigur. É simplesmente constrangedor um país que mata, prende e tortura muçulmanos fora de suas fronteiras mostrar esse falso apreço pelos muçulmanos de Xinjiang.