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A crise política no Equador no olhar de Ana Maria Prestes

 A cientista política e especialista em relações internacionais, Ana Maria Prestes analisa a crise  no Equador e seus prováveis desdobramentos. Ela destaca a grande mobilização social, em especial dos indígenas, que têm se destacado nas lutas sociais e políticas do país. Para ela, há uma resistência popular à restauração conservadora na América Latina, encabeçada no Equador pelo presidente Lenin Moreno, que traiu os compromissos assumidos em sua eleição.

Acompanhe a íntegra da análise:

De Olho no Mundo, por Ana Prestes

A cientista política e especialista em relações internacionais, Ana Maria Prestes, apresenta os principais fatos que se sobressaem no cenário internacional. Nesta quarta-feira (9) ela destaca a luta no Equador. 

De Olho no Mundo – Especial Equador, por Ana Prestes

A crise no Equador ganhou proporções dramáticas. Nesta segunda-feira (7), funcionários administrativos e dos meios de comunicação foram retirados do Palácio de Carondelet como medida de segurança diante das manifestações que tomaram conta dos arredores da Plaza Grande onde está situado o palácio. O presidente Lenin Moreno havia programado falar por rede nacional pela tarde de dentro do palácio, mas igualmente foi suspensa a transmissão. A tarde foi de tensão nas principais ruas de Quito.

Equador: Apesar da repressão protestos avançam, governo abandona Quito

Como informa Ana Prestes na coluna De Olho no Mundo, nem mesmo a forte repressão tem conseguido diminuir o ímpeto dos manifestantes que tomaram as ruas de Quito em protesto contra as medidas do “pacotaço” anunciado por Lénin Moreno. Dados do próprio governo dão conta de que já são quase 500 pessoas presas. Na noite desta segunda-feira (7) Moreno, diante da dimensão dos protestos, mudou a sede do governo para Guayaquil, distante 421 quilômetros da capital do país.

O levante do Equador contra Lenin Moreno

A crise se aprofunda no Equador, e a Rede em Defessa da Humanidade, formada por intelectuais, artistas e movimentos sociais divulga um alerta sobre o endurecimento do governo neoliberal de Lenin Moreno e o aumento da repressão policial e militar contra os manifestantes.

Por José Carlos Ruy*

Especialistas dizem que que violência aumentará no Equador

A truculência do presidente equatoriano, Lenín Moreno, com seu estado de exceção no Equador pegou de surpresa grande parte da população equatoriana.

Repressão não paralisa protestos no Equador contra pacote neoliberal 

Em reação a um “pacotaço” anunciado pelo presidente do Equador, Lenín Moreno, a população promoveu paralisações e saiu às ruas de todo o país na quinta-feira e apesar da repressão desencadeada as manifestações continuam nesta sexta-feira (4).

Equador decreta estado de exceção contra protestos populares

Atos ocorrem após medida que encerra subsídios para compra de gasolina e diesel começarem a valer em todo o país.

Polícia do Equador invade Unasul e derruba estátua de Néstor Kirchner

A polícia equatoriana, sob ordens do governo de Lenin Moreno, invadiu nesta quinta-feira (26) a sede da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), em Mitad del Mundo, perto da capital Quito. Na ação, sem respaldo legal, houve o confisco criminoso de bens do bloco regional, além da derrubada da estátua do ex-presidente argentino Néstor Kirchner. Embora a Assembleia Nacional do Equador, dominada pela direita, tenha aprovado, em agosto, a retirada da estátua, o edifício da Unasul goza de imunidade.

EUA não vão usar Galápagos como base militar

Governo diz que país não abre mão da soberania da ilha. 

Ao entregar Julian Assange, Lenín Moreno trai a história do Equador

"Lenín Moreno revelou ao mundo sua miséria humana entregando Julian Assange à polícia britânica”, afirmou o ex-presidente do Equador, Rafael Correa, ao criticar seu sucessor que, na manhã desta quinta-feira (11), cancelou o asilo político concedido pelo Estado equatoriano ao hacker fundador do Wikileaks. Agora Assange pode ser extraditado para a Suécia, ou para os Estados Unidos, onde responde por vazamento de dados sigilosos do governo norte-americano.

Por Mariana Serafini*

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