Uma marcha vitoriosa. Assim classificam, os servidores públicos federais, a passeata realizada na manhã desta quarta-feira (18), em Brasília (DF). Com diversos setores do funcionalismo público, além de estudantes e até metalúrgicos presentes em solidariedade à luta da categoria, em greve unificada há um mês. Além da marcha, que reuniu cerca de 10 mil pessoas, um grande acampamento montado na Esplanada dos Ministérios concentra cinco mil servidores.
Os 3 mil servidores acampados na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (DF), se concentrarão a partir das 9h, em frente à Catedral de Brasília, para iniciar uma grande marcha nesta quarta-feira (18), quando a greve da categoria completará um mês, seguindo a data de adesão dos trabalhadores no Serviço Público Federal, organizados na Confederação (Condsef). Sindicatos e federações estimam que mais de 6 mil servidores participarão da atividade.
A 16ª Marcha dos Sem foi uma demonstração de força e de unidade dos trabalhadores e dos movimentos sociais do Rio Grande do Sul, na tarde de quinta-feira (27), que reuniu 5 mil pessoas. “Foi uma marcha extremamente positiva, principalmente pelo momento que estamos vivendo em nosso país e em nosso estado, de luta pela ascensão do movimento social”, avaliou o presidente da CTB-RS, Guiomar Vidor.
A 4ª edição da Marcha das Margaridas será realizada nos próximos dias 16 e 17, no Parque da Cidade, em Brasília, e espera reunir cerca de 100 mil mulheres trabalhadoras. Neste ano, as participantes seguirão em marcha com o lema "Desenvolvimento Sustentável com Justiça, Autonomia, Igualdade e Liberdade".
Cerca de 700 pessoas participaram ontem, em Belo Horizonte, da "Slut Walk", a Marcha das Vagabundas como foi batizado o protesto organizado em resposta às declarações de um policial canadense que teria afirmado que as estudantes deveriam evitar se vestir como "vadias" para não serem vítimas de assédio sexual. Além da capital mineira, mulheres de Brasília também protestaram. Em São Paulo, um outro ato aconteceu no início deste mês.
Trabalhadores da indústria da construção civil comandaram uma grande marcha em Salvador, nesta sexta-feira (21/5), em defesa dos direitos dos trabalhadores e pela garantia da manutenção dos postos de trabalho no setor que é um dos principais geradores de emprego em todo país, segundo dados recentes do IBGE e Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos). A manifestação reuniu cerca de 15 mil pessoas ao longo dos 16 km, da Paralela até o Corredor da Vitória.
Trabalhadores, sindicalistas, integrantes de movimentos sociais e do movimento negro protagonizam diversas manifestações em Porto Alegre nesta sexta-feira (20). A 14ª Marcha dos Sem e a 3ª Marcha Zumbi dos Palmares se concentraram em frente ao Mercado Público na capital.
A Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil – seção Goiás, mobilizou mais de 100 goianos para a 6º Marcha da Classe Trabalhadora a Brasília na última quarta-feira, dia 11 de novembro de 2009.
Em entrevista a TV NBR, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi (PDT), faz um apelo ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer (PMDB-SP): “faça uma comissão no Congresso que possibilite a abertura de um campo de negociação em torno da redução da jornada de trabalho para 40 horas”. As declarações foram dadas durante a 6º Marcha dos Trabalhadores, realizada em Brasília nesta quarta (11) e que reuniu cerca de 15 mil pessoas.
Delegação composta por dez ônibus saiu de Goiânia na manhã desta quarta-feira (11) para participar da 6° Marcha da Classe Trabalhadora. A mobilização foi organizada pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), demais centrais sindicais e União Nacional dos Estudantes (UNE). Antes, a presidenta da CTB, Ailma Maria ocupou a tribuna de debates da Câmara Municipal de Goiânia.
Mais de 40 mil trabalhadores e trabalhadoras do campo e da cidade participaram da 6ª Marcha da Classe Trabalhadora em Brasília, que teve como principal bandeira a redução da jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, sem redução salarial. Foi a maior marcha realizada pelas centrais sindicais, e teve presença marcante dos trabalhadores brasilienses.
Em entrevista à Rádio Vermelho, o presidente nacional do PCdoB, Renato Rabelo comentou a importância da luta em defesa da redução da jornada de trabalho.